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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Heitor Mazzoco. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Como o pedido por anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro foi parar no G20

Protesto em Copacabana durante encontro de líderes mundiais expôs fotos dos condenados, suas idades e o período que ficarão presos

Por Ramiro Brites Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 18 nov 2024, 13h04 - Publicado em 18 nov 2024, 13h03

Na semana em que líderes das principais potências mundiais chegam ao Rio de Janeiro para participar do G20, uma das principais pautas do bolsonarismo foi exposta na praia de Copacabana, na zona sul da cidade, em frente ao Hotel Copacabana Palace, um dos pontos que mais concentram turistas estrangeiros na orla carioca.

Manifestantes do grupo “Freedom for Brazil” fincaram placas na areia com foto de condenados pelo ataque às sedes dos Três Poderes da República no dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. As imagens são acompanhadas da idade e do tempo de prisão determinado em sentenças do Supremo Tribunal Federal (STF).

O STF já condenou 265 pessoas por participarem dos atos de 8 de Janeiro. A maioria (223) foi sentenciada por depredação do patrimônio público e são os que cumprem as maiores penas. Já os 42 condenados pela incitação ao golpe receberam punições menos severas. Outras 476 pessoas acusadas firmaram acordo com o Supremo, sendo que quinze pessoas que não aceitaram o acordo ainda serão julgadas. Os julgamentos também absolveram quatro pessoas.

Entre os condenados ilustres pelo 8 de Janeiro está o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, que prestará novo depoimento à Polícia Federal na terça-feira, 19. As placas também pedem a anistia do ex-deputado federal Daniel Silveira, que foi preso em 2021, antes da invasão aos prédios dos Poderes da República, por publicar ofensas a ministros do STF nas redes sociais. Em seu gabinete na Câmara, Silveira sustentava uma placa quebrada com o nome da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assassinada em 2018. Marielle foi citada por Lula em discurso para prefeitos do G20 no último domingo.

Manifestação de parlamentares

Nas redes sociais, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou um vídeo do protesto em Copacabana e criticou as instituições brasileiras. “O sistema brasileiro a cada dia tendo o mesmo crédito do da Venezuela”, disse o filho Zero Três do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outra deputada bolsonarista, Bia Kicis (PL-DF), também expôs a manifestação no X.

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