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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Com fila de pedidos, Moraes pergunta se Bolsonaro quer receber visitas

Políticos aliados e empresários formam fila através de pedidos sobre a mesa do ministro para visitar ex-presidente

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 ago 2025, 16h56 • Atualizado em 6 ago 2025, 17h02
  • O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Jair Bolsonaro responda no processo se quer ou não receber a lista de aliados que tem acumulado pedidos de visita sobre a mesa do magistrado. A decisão desta quarta-feira menciona seis nomes — incluindo o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) –, mas, no processo, há mais onze pedidos.

    “Initimem-se os advogados regularmente constituídos por Jair Messias Bolsonaro, inclusive por meios eletrônicos, para que informem se o réu tem interesse em receber as visitas requeridas pelas pessoas abaixo indicadas: Celina Leão Hizim Ferreira (vice-governadora do Distrito Federal), Geraldo Junio do Amaral, Luciano Lorenzeni Zucco, Marcelo Pires Moraes (todos deputados federais), Renato de Araújo Correa (empresário), Tarcísio Gomes de Freitas”.

    Além deles, também pediram para vistar Bolsonaro os deputados federais Sóstenes Cavalcante, líder do PL, Júlia Zanatta, Eros Biondini, Joaquim Passarinho, Domingos Sávio e Capitão Alden. Moraes autorizou nesta quarta os filhos do ex-presidente a lhe visitarem e, na terça, liberou o senador e presidente do PP Ciro Nogueira. A decisão não menciona nenhum prazo e, quando é assim, pela lei normalmente são cinco dias. Porém, algumas visitas, como a do governador de São Paulo, mencionaram data: ele solicitou autorização para encontrar o presidente já nesta quinta, 7.

    Quando estava apenas sob as cautelares e uso de tornozeleira eletrônica, Bolsonaro estava impedido de ter redes sociais e de sair de casa de noite e aos finais de semana. Agora, em prisão domiciliar, ele não pode sair na rua em nenhuma hipótese, não pode ter aparelho celular e tampouco receber visitas — a condição é mais próxima de alguém que está efetivamente dentro do sistema prisional. Porém, há exceções para as visitas, que precisam ser autorizadas. Vale lembrar que mesmo pessoas em presídios de segurança máxima ou com penas altas têm direito a receber as visitas de amigos e familiares, desde que concordem e obedeçam às normas de segurança.

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