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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Câmara libera deputados para fazer ‘home office’ durante festa de São João

Colégio de Líderes decide promover votações virtuais nos dias 25 e 26 de junho para que parlamentares possam participar de tradicionais festejos populares

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 jun 2025, 16h56 •
  • Na semana das festividades de São João, deputados federais poderão ficar em seus estados de origem — caso queiram — para participar dos eventos, que são muito populares no Nordeste. Isso porque está previsto para os dias 25 e 26 de junho (quarta e quinta, respectivamente) sessões virtuais — ou seja, a atividade parlamentar poderá ocorrer em sistema “home office”. As votações das propostas serão feitas por meio do aplicativo interno Infoleg”. Os dias de folga em junho antecedem o recesso parlamentar. Os parlamentares terão férias do dia 18 de julho até o final do mês e retornam em 1º de agosto.

    Ainda segundo decisão da reunião de líderes, realizada nesta quinta-feira, 12, a próxima semana terá votações presenciais na segunda, 16, e terça, 17. Já na quarta-feira, 18, os trabalhos serão remotos.  Na segunda, esta previsto votação do PDL (projeto de Decreto Legislativo) que susta o decreto do IOF publicado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva.

    Informo que o Colégio de Líderes se reuniu hoje e decidiu pautar a urgência do PDL que susta os efeitos do novo decreto do governo que trata de aumento do IOF. Conforme tenho dito nos últimos dias, o clima na Câmara não é favorável para o aumento de impostos com objetivo arrecadatório para resolver nossos problemas fiscais”, disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), depois de discutir com parlamentares da oposição no plenário da Casa nesta semana, quando foi cobrado por André Fernandes (PL-CE) sobre a proposta da anistia aos integrantes do 8 de Janeiro.

    O assunto IOF promete desgastar o governo no plenário da Casa. Opositores chamam o decreto do petista de “covardia fiscal”. Rodrigo Valadares (União-SE) aponta que Lula não quer governar com responsabilidade e prefere manter benesses e gastos absurdos, enquanto castiga quem trabalha e produz.  “Não aceitaremos essa covardia fiscal. Esse governo mostra, dia após dia, que não tem compromisso com o equilíbrio das contas. Só sabem aumentar imposto. O Brasil precisa de gestão séria, e voltada para o bem do povo”.
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