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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bolsonaro solta palavrão na TV ao falar de golpe e entrevista é encerrada

Ex-presidente se exalta ao comentar pedido de condenação à prisão feita pela PGR

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 jul 2025, 14h23 • Atualizado em 16 jul 2025, 14h40
  • O ex-presidente da Jair Bolsonaro (PL) demonstrou incômodo durante entrevista a CNN Brasil na noite desta terça-feira, 16, ao comentar as alegações finais de Paulo Gonet, procurador-Geral da República (PGR), que pede condenação do capitão da reserva na ação penal do suposto golpe de Estado.

    Aos gritos, antes do fim da entrevista, o ex-presidente questionou o processo em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF). “Agora querem me prender por tentativa de golpe. Que golpe, porra? Que golpe é esse sem tropas, sem armas, sem Forças Armadas, sem nada. Com coitados na rua, mulheres idosas presas com dezessete anos de cadeia. Uma covardia o que fazem com essas pessoas. Querem, agora, justificar me prendendo 43 anos. Será que as pessoas que estão me julgando não têm o mínimo de consciência?”, questionou Bolsonaro.

    O âncora encerrou a entrevista na sequência, informando ao ex-presidente que precisava terminar o programa para que outra atração da emissora entrasse no ar

    A previsão é de que o processo em que Bolsonaro figura como réu seja julgado ainda neste semestre e não fique para 2026, ano movimentado na política brasileira diante das eleições gerais de outubro. Entre aliados, Bolsonaro ainda cita querer disputar o próximo pleito contra Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, a ação penal ocorre para rifá-lo da disputa contra o petista. Diante de condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o capitão da reserva está inelegível até 2030.

    Outra opção no clã Bolsonaro é indicar Eduardo, deputado federal por São Paulo, na disputa presidencial. No entanto, o parlamentar está fora do país e pode ter o mandato cassado, o que o deixaria inelegível. Eduardo é investigado no Supremo depois de partir para os EUA. A investigação ocorre para saber se ele tenta atrapalhar os inquéritos comandados pela Polícia Federal e ação penal na Corte que envolvem o pai. A alternativa mais próxima da realidade atual é lançar Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pleitear o posto de vice-presidente na chapa do governador de São Paulo.

    Durante a entrevista, o ex-presidente Jair Bolsonaro também rejeitou pedir asilo político aos EUA diante da proximidade com Donald Trump.

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