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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Ativista trans é agredida dentro do próprio prédio em São Paulo

Iza Potter levou vários socos no rosto e afirma que foi vítima de transfobia; 'Se fosse uma mulher cis, tinham segurado o agressor'

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 abr 2025, 18h48 •
  • A ativista trans e comunciadora Iza Potter foi agredida na madrugada desta terça-feira, 15, dentro do seu próprio condomínio, no bairro Bela Vista, na região central de São Paulo. O boletim de ocorrência foi registrado no 5º Distrito Policial da Aclimação e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que ainda fará a identificação oficial do agressor.

    Segundo o relato de Iza nas suas redes sociais, na noite de segunda-feira, 14, ela saiu para passear com o seu cachorro e conheceu um homem, ainda a poucos metros de casa. Eles começaram a conversar e, depois de alguns minutos de diálogo, ela o convidou para subir em seu apartamento, onde os dois tiveram relações sexuais.

    Na hora de ir embora, o homem resistiu, mas desceu até a portaria. Ao se despedir da ativista, ele passou a agredi-la com socos no rosto, quando os dois estavam no hall do condomínio onde Iza vive. A ação foi registrada por câmeras de segurança. O agressor ficou dentro do condomínio enquanto a ativista esperava a polícia chegar.

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    Quando os agentes chegaram, ele fugiu do local, e não foi impedido por trabalhadores do condomínio. “Se fosse uma mulher cisgênera, tinham segurado ele. Vítima de transfobia. A transfobia não é só sobre não gostar de pessoas trans. Também é sobre se relacionar com pessoas trans e depois querer bater”, disse Iza nas suas redes sociais. Ela disse que deixou seu apartamento por medo do agressor e vai procurar outro local.

    De acordo com ela, o agressor seria Pablo Henrique de Souza Rodrigues Gregório. Ela divulgou fotos dele nas suas redes sociais pedindo ajuda para encontrá-lo.

    Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) disse que “as investigações do caso prosseguem pelo 5º Distrito Policial (Aclimação) que realiza diligências para identificar o autor bem como esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido”. 

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    Dados do dossiê Registro Nacional de Mortes de Pessoas Trans no Brasil em 2024, divulgado no começo deste ano, apontam que o Brasil ocupa, há dezessete anos, o posto de país que mais mata pessoas trans no mundo. 

     

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