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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Após quatro anos, Brasil deixa novamente o Mapa da Fome da ONU

Anúncio foi feito nesta segunda-feira, 28, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 jul 2025, 13h36 • Atualizado em 28 jul 2025, 13h51
  • Depois de quatro anos, o Brasil deixou novamente o Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU). O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 28, durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da entidade, que acontece em Adis Adeba, capital da Etiópia. O critério para sair da estatística é que menos de 2,5% da população esteja em risco de subnutrição ou em risco de não receber a alimentação suficiente.

    A ONU analisou dados dos anos de 2022, 2023 e 2024. Em 2021, o país havia retornado ao Mapa da Fome, do qual havia saído em 2014. Segundo dados que constam no relatório da ONU divulgado nesta segunda, o Brasil estava com 5,7% da população em risco de subnutrição, número que caiu para menos de 2,5% nos últimos anos.

    Mapa da Fome da ONU divulgado nesta segunda-feira, 28
    Mapa da Fome da ONU divulgado nesta segunda-feira, 28 (ONU/Reprodução)

    Dados do último Censo apontam que o Brasil tem 212,6 milhões de habitantes. Em números absolutos, o percentual divulgado pela ONU revela que o país tinha 12,11 milhões de pessoas passando fome e agora ainda tem 5,3 milhões. Apesar do número ser alto, a redução é de mais da metade.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou nas redes o anúncio. “Uma conquista histórica que mostra que com políticas públicas sérias e compromisso com o povo, é possível combater a fome e construir um país mais justo e solidário”, escreveu no X (antigo Twitter). Em 2014, quando o país atingiu essa mesma marca, Dilma Rousseff era presidente.

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    O relatório divulgado pela ONU nesta segunda mostra tanto condições de subnutrição em países de todo o mundo (o que serve como critério para o Mapa da Fome) quanto de insegurança alimentar, que é quando o acesso a alimentos adequados não é regular ou constante. Nesse segundo quesito, o Brasil também melhorou seus indicadores: de acordo com o relatório divulgado hoje, o Brasil tem 13,5% da sua população em condições de insegurança alimentar. Nos levantamentos anteriores, esse percentual era de 18,4% (2021-2023) e de 22,1% (2020-2022).

     

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