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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Heitor Mazzoco. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Após ataque a professora, GCM apreende facas em duas escolas de Caxias

Os objetos estavam com alunos com idades entre 15 e 17 anos; na última terça, uma docente foi esfaqueada por alunos em outras unidades da cidade

Por Heitor Mazzoco 3 abr 2025, 17h25

Depois de uma professora ser esfaqueada por estudantes na Escola Municipal João de Zorzi, na última terça-feira, 1º, em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) encontraram duas facas em outras duas unidades educacionais do município. A informação foi divulgada pela Prefeitura de Caxias nesta quarta-feira, 3.

As armas estavam com adolescentes de 15 e 17 anos nas escolas municipais Rodrigues Furtado e Guerino Zugno. Autoridades ainda estiveram em uma terceira unidade escolar para atender ocorrência de um aluno de 17 anos que teria ameaçado uma professora verbalmente.

A atuação intensificada da GCM foi determinada pela Prefeitura de Caxias depois de adolescentes entre 13 e 15 anos esfaquearem uma professora de inglês na última terça. A vítima foi golpeada na cabeça e nas costas, mas já recebeu alta. Dois jovens foram apreendidos e permanecem sob custódia do Estado. Uma menina foi liberada por falta de elementos que justificassem a apreensão.

Alunos retornam às aulas depois de ataque contra professora
Alunos retornam às aulas depois de ataque contra professora (Reprodução / Prefeitura de Caxias do Sul/Reprodução)

Nesta quarta, as aulas foram retomadas na Escola João de Zorzi. O diretor do grupo educacional, Jeferson Carvalho, disse ter se surpreendido com número de alunos presentes. Pais e agentes da GCM também estiveram no local.

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Os investigadores analisam celulares dos alunos envolvidos no ataque contra a professora para saber se há novos elementos que levem ao motivo do crime. O delegado regional Augusto Cavalheiro Neto afirmou nesta quinta-feira, 3, que por enquanto foi demonstrado no curso da investigação que havia divergência entre os alunos, a professora e a direção da escola.

“O inquérito está no início. São dois dias de investigação. Estamos fazendo toda quebra de sigilo telefônico, só que não temos resultado final. Única coisa demonstrada é que havia uma divergência entre os adolescentes, a professora e a direção, mas não temos elementos para vinculá-los ao bullying ou outros elementos”, disse o delegado Cavalheiro Neto na manhã desta quarta-feira.

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