Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90
Imagem Blog

Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Ação do golpe: o que ocorre depois de a PGR pedir condenação de Bolsonaro

Depois das alegações finais da Procuradoria-Geral da República, apresentadas na noite de segunda, 14, começa o prazo para Mauro Cid se manifestar

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jul 2025, 13h19 • Atualizado em 15 jul 2025, 14h22
  • Pouco antes de virar a noite de segunda-feira, 14, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou suas alegações finais pedindo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos demais réus do núcleo um do caso da tentativa de golpe de estado. O duro parecer pede que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condene o ex-mandatário em crimes cujas penas podem passar dos quarenta anos de prisão e o aponta como líder da conspiração que pretendia dar um golpe de estado.

    A próxima etapa do caso, agora, é a abertura de prazo para que os outros acusados também apresentem suas alegações finais — que são uma espécie de “última palavra” sobre todas as provas produzidas, depoimentos colhidos e interrogatórios realizados. Normalmente, os réus têm todos o mesmo prazo para apresentarem essa última defesa, porém, no caso do golpe, o ex-ajudante de ordens e tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid vai falar primeiro.

    A determinação é por causa do acordo de colaboração premiada que ele fez. Cid, apesar de ser réu, foi o autor das declarações que se tornaram a espinha dorsal de toda a investigação — não à toa, ele também foi o primeiro réu a ser interrogado na Primeira Turma — e, por isso, o que ele disser também acaba sendo usado como acusação contra os demais. Por isso, é só depois que Cid apresentar as suas alegações finais que os outros réus, como Bolsonaro, o general Walter Braga Netto e o ex-ministro Anderson Torres, também falarão.

    Assim como a PGR, Cid terá quinze dias úteis, contados a partir desta terça, 15. Depois que ele apresentar as suas alegações, no dia útil seguinte começarão a contar os quinze dias comuns aos demais réus. O prazo é contado em dias úteis e continua correndo durante o recesso do Supremo, por conta da existência de um réu preso (Braga Netto).

    Depois que todos os réus apresentarem suas alegações finais, o caso fica pronto para ir a julgamento. O relator, Alexandre de Moraes, deverá marcar uma sessão (que pode durar um ou mais dias) de julgamento na Primeira Turma para que cada um dos ministros dê seu voto. Ele será o primeiro a votar e os seus pares — Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Flávio Dino — falarão em sequência. Eles podem acompanhar Moraes ou divergir, com ou sem ressalvas.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).