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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho e Isabella Alonso Panho. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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A mensagem de fim de ano do comandante do Exército

General Eduardo Villas Bôas gravou pronunciamento em que destaca a importância dos militares para que o Brasil supere, em 2018, a 'crise moral que o assola'

Por Da redação
24 dez 2017, 19h02

A página do Exército brasileiro no Facebook divulgou neste domingo uma mensagem de fim de ano do general Eduardo Villas Bôas, comandante das tropas. No pronunciamento, ele destaca as realizações da corporação em 2017 e ressalta a importância dos militares para que o Brasil supere no ano que vem “a crise moral que o assola”.

“Esse ano se está anunciando como um período de dificuldades materiais e políticas. Mais do que nunca, a coesão de nossa instituição será um fator primordial e contribuíra para que o Brasil supere a crise moral que o assola”, declarou o general. “Dentro de tal contexto, nosso Exército é um fator de estabilidade. Não nos afastaremos da trajetória retilínea de serviços à nação brasileira sempre alicerçados na hierarquia e na disciplina.”

Na mensagem, Villas Bôas também destacou o “sentimento de orgulho e missão cumprida” com o trabalho de seus comandados no ano que se encerra. O general citou as operações de garantia da lei e da ordem nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Amazônia, além do fim da missão de paz no Haiti e do patrulhamento da enorme fronteira do país.

Caso Mourão

Neste ano, o comandante do Exército teve trabalho com um de seus subordinados. Em setembro, o general Antonio Hamilton Mourão defendeu em uma palestra a possibilidade de uma intervenção militar caso a crise política no país não fosse solucionada. “Se não conseguirem, né, chegará a hora que nós teremos de impor uma solução”, afirmou na época. Dias depois, Villas Bôas minimizou a fala de Mourão, mas deixou claro que, “sem dúvida”, a continuidade da democracia é o caminho ideal para o Brasil: “Ditadura nunca é melhor”.

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