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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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A ineficácia do ‘partido da cloroquina’ nas eleições

Candidatas que defenderam o tratamento comprovadamente ineficaz contra a pandemia não conseguiram se eleger

Por Da Redação 3 out 2022, 12h45

Candidatas conhecidas por defenderem o uso de medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid-19 e pela pregação antivacina em plena pandemia saíram derrotadas das urnas neste domingo, 2.

Defensora do chamado “tratamento precoce” com hidroxicloroquina, a médica Nise Yamaguchi (PROS) ficou conhecida nacionalmente durante a CPI da Pandemia, acusada de participar de um gabinete paralelo no Ministério da Saúde, que atuava fomentando políticas de ação contra a pandemia que não tinham respaldo científico. Ela se candidatou a deputada federal por São Paulo e teve 36.690 votos, mas não foi eleita. 

Conhecida como “capitã cloroquina”, Mayra Pinheiro (PL), ex-secretária do Ministério da Saúde, também não teve sorte na disputa pela Câmara dos Deputados. Ela tentava uma vaga pelo Ceará e conseguiu 71.214 votos.

As duas foram alvos de pedidos de indiciamento pela CPI da Pandemia.

Por outro lado, o senador Marcos Rogério (PL), um dos mais ativos membros da tropa de choque bolsonarista na CPI, vai disputar o segundo turno em Rondônia contra o governador Marcos Rocha (União Brasil).

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