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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A divisão de poder no grupo de esquerda que quer governar com Lula

O PT terá a maioria, mas não poderá decidir nada sozinho

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 jan 2022, 18h25 •
  • Quatro partidos do campo da esquerda acertaram a divisão do comando da federação partidária que será criada e que terá como candidato ao Palácio do Planalto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O PT terá 27 das 50 cadeiras na chamada assembleia-geral, órgão que tomará as decisões no agrupamento esquerdista. O PSB ocupará 15 posições, enquanto PCdoB e PV terão quatro cada um. Para aprovar qualquer coisa, será preciso 2/3 dos votos – ou seja, sozinhos, os petistas não decidirão nada.

    O acerto foi feito em encontro na quarta-feira, 26. Uma nova reunião foi marcada para a segunda-feira, 31, quando serão iniciadas as discussões sobre o que chamam de “carta programática”.

    As federações partidárias são uma inovação da legislação eleitoral para a atual disputa. Ela exige que as legendas fiquem unidas por no mínimo quatro anos, ou seja, será uma coalização não só para eleger Lula, mas para governar o país caso ele seja eleito.

     

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