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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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A conta que a PF quer cobrar de Roberto Jefferson por tiros em viatura

Ex-deputado efetuou mais de 60 disparos contra policiais que foram prendê-lo

Por Sérgio Quintella Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 dez 2022, 10h41

A Polícia Federal vai cobrar judicialmente de Roberto Jefferson os custos de reparo da viatura atingida por mais de sessenta tiros disparados pelo ex-deputado. Em 23 de outubro, os agentes que foram a Levy Gasparian, no estado do Rio de Janeiro, para prendê-lo, foram recebidos por um verdadeiro arsenal, que incluía granadas amarradas com pregos. Dois policiais foram atingidos e precisaram ser socorridos.

Na última quarta-feira, 7, em denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal, os procuradores anexaram a conta do conserto do veículo, uma GM Traiblazer ano 2021: 26.780 reais. O orçamento inclui mão-de-obra, troca de peças (sobretudo no teto, lateral e no capô) e reforma de tapeçaria e de bancos.

Tiros na viatura: conta será cobrada do acusado Jefferson
Tiros na viatura: conta será cobrada do acusado Jefferson (///Reprodução)

Além da conta pelos danos materiais, o MPF pediu à Justiça uma reparação pessoal para cada um dos quatro policiais que estavam no momento dos tiros. Para os dois que ficaram feridos, a solicitação foi de 50.000 reais, referente a danos morais e materiais. Para a dupla que escapou ilesa dos ataques, o pedido é de 30.000 reais para cada um (danos morais).

No total, em caso de condenação, Roberto Jefferson terá que pagar 186.780 reais.

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A denúncia

O Ministério Público Federal pediu a condenação de Roberto Jefferson por quatro tentativas de assassinato e posse ilegal de armas e explosivos. A pena para esses casos pode passar de 60 anos de cadeia. “Após a chegada dos policiais, Roberto Jefferson passa a exibir o armamento que dissimulou dos policiais, principiando por uma granada (adulterada com pedaços de pregos cortados envoltos por fita adesiva), da qual retirou o pino e anunciou, de forma debochada, que a lançaria e “vocês estão juntinhos aí vão machucar”. Segundos depois a granada foi lançada próxima à parte da frente da viatura, local em que se encontravam os policiais, os quais correram para se abrigarem”, diz um trecho da denúncia.

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