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O teste que aumenta as chances de gravidez

Nos tratamentos de fertilização in vitro, a análise cromossômica dos embriões identifica os mais viáveis

Por Rodrigo Rosa 4 jul 2022, 16h27 • Atualizado em 4 jul 2022, 17h22
  • O teste genético pré-implantação para aneuploidia (PGT-A) é o termo geral para testar o mapa cromossômico de embriões. O objetivo é identificar, na análise cromossômica dos embriões, se eles têm o número certo (23 pares) de cromossomos (euploides), portanto com maiores chances de nascimento, ou se contam com o número errado de cromossomos (aneuploides). Há ainda aqueles embriões chamados “mosaicos”, que apresentam algumas células normais e outras anormais.

    Normalmente, esses erros genéticos ocorrem durante a formação do óvulo e do espermatozoide. Então, em vez de 24 cromossomos em um óvulo, pode ocorrer um erro e ele ter 22 cromossomos. Assim, quando ele é combinado com um espermatozoide com os 23 cromossomos normais, forma-se um embrião com 47 (24+23) cromossomos, o que o caracteriza como aneuploide.

    Esses erros podem ocorrer com maior frequência com o envelhecimento e estar relacionados à qualidade do óvulo, principalmente. Portanto, para mulheres que têm abortos recorrentes (2 ou mais) ou para mulheres com mais de 35 anos que necessitam de FIV, a triagem de embriões com teste PGT-A pode ajudar.

    Quando um casal passa por um tratamento de fertilização in vitro, o objetivo é ter um bebê saudável. Aí que reside a importância da análise cromossômica, indicada para aumentar as taxas de nascidos vivos e diminuir as de aborto por meio da seleção de embriões competentes.

    O teste também evita que as mulheres tenham que fazer diversas transferências de embrião, o que é mais custoso economicamente e psicologicamente. Nos casos de mulheres com mais de 35 anos ou com abortos recorrentes, o custo do teste PGT-A é mais vantajoso do que ter que repetir as transferências até obter transferir o blastocisto euploide (aquele com maior chance de nascimento).

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    No Brasil, a biópsia embrionária para o teste é feita em quase 50% dos casos de fertilização in vitro.

    Dr. Rodrigo Rosa
    (./Divulgação)
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