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José Casado

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Informação e análise

Cenário do governo é de crise financeira na eleição presidencial

Falta de dinheiro para investimentos e programas sociais tende a impor aos candidatos definições, por exemplo, sobre uma nova reforma da Previdência

Por José Casado Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 abr 2025, 08h00 •
  • Lula enviou ao Congresso um projeto com normas sobre o orçamento de 2026. A mensagem contida pode ser resumida assim:

    1) É possível que seu último ano de mandato seja marcado por uma travessia econômica em más condições, com o governo em asfixia financeira;

    2) É provável que o vencedor da eleição presidencial de 2026 — ele ou outro — receba um governo alquebrado, com escassez de dinheiro para se manter funcionando desde o início do mandato;

    3) O próximo governo, qualquer que seja, estará condicionado pela necessidade de aumentos expressivos na arrecadação ou duro ajuste nas despesas, sob risco de colapso;

    4) Enfrentará “grandes pressões por mudanças nas políticas públicas de forma geral e, especificamente, na previdenciária”.

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    Com essa declaração oficial sobre as fragilidades das contas públicas, Lula admite uma temporada eleitoral complicada.

    A previsível falta de dinheiro para investimentos e programas sociais, já a partir do próximo ano, tende a impor aos principais partidos e candidatos presidenciais definições claras e antecipadas à sociedade sobre alternativas para a crise do setor público.

    Por exemplo, sobre o financiamento da Previdência Social. No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026 o governo já admite uma nova reforma: “(Haverá) necessidade de avaliar a adequação do sistema à nova realidade demográfica.”

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    Mudanças dessa natureza não costumam ser feitas no final de um governo ou de uma legislatura. Mas a temporada eleitoral é ocasião favorável ao debate das vulnerabilidades do país, realçadas no documento oficial, numa época de incertezas sobre o rumo da economia mundial.

    O Congresso é o lugar para discussão das alternativas, que partidos e candidatos devem apresentar durante a campanha eleitoral. Depois de longas férias, é possível que Câmara e Senado voltem a funcionar normalmente na próxima semana. Nos últimos 160 dias houve apenas uma iniciativa legislativa relevante, a aprovação emergencial de normas de reciprocidade para defesa econômica do país.

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