Virtualmente empatados na liderança da disputa pelo governo do Rio, o governador Claudio Castro (PL) e o deputado Marcelo Freixo (PSB) definiram ontem o tom da campanha eleitoral no Estado, em entrevistas a Kennedy Alencar, Chico Alves e Italo Nogueira, do consórcio Uol/Folha:
— Como o Cláudio Castro foi tão absorvido por essa máfia no Rio [do MDB do ex-governador Sergio Cabral, condenado por corrupção], hoje ele é muito usado por essa máfia, que esteve em tantos governos e que quer o Cláudio Castro reeleito para continuar a estrutura corrupta do “toma lá, dá cá” —, certamente ele acabou fazendo acordos com quem não devia.
Na sequência, Castro retrucou:
— Ele é o candidato da máfia, que quebrou o Estado do Rio de Janeiro e escolheu um candidato para voltar ao poder, que é o senhor Marcelo Freixo, defensor de bandido. [Ele foi] eleito pela máfia e pelo tráfico de drogas. Recebi uma ameaça nesta semana do Comando Vermelho e, também, tem vários ditos pela internet dizendo que nenhum candidato ligado a mim poderá fazer campanha em locais [sob domínio] do Comando Vermelho. Então, acho que o tráfico já escolheu seu candidato.
Faltam quatro meses para a eleição. Castro e Freixo, líderes nas pesquisas, descrevem o Rio como um estado falido, onde uma população de 17,4 milhões de pessoas sobrevive “encarcerada” pelas máfias que dominam as instituições estaduais.
Políticos experientes, poderiam usar o tempo que resta até o passeio às urnas para contar aos 12,6 milhões de eleitores como pretendem, de fato, resgatar do cativeiro dos mafiosos o Rio que aspiram governar.
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