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O ativismo de Robert De Niro contra Trump: ‘valentões não podem vencer’

Ator conclamou protestos contra o presidente americano em Cannes e destacou a importância de se posicionar politicamente

Por Amanda Capuano Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 Maio 2025, 10h18 • Atualizado em 16 Maio 2025, 10h24
  • Um dos maiores críticos do governo de Donald Trump, Robert De Niro foi homenageado esta semana com uma Palma de Ouro honorária em Cannes, e usou o destaque na premiação para se posicionar novamente contra o presidente americano, e convocar outras pessoas a fazerem o mesmo. “Trump cortou o financiamento e o apoio às artes, às ciências humanas e à educação. E agora ele anunciou a tarifa de 100% sobre os filmes produzidos fora dos Estados Unidos. Não se pode colocar um preço na criatividade, mas, aparentemente, pode-se colocar uma tarifa sobre ela”, disse De Niro antes de conclamar “todos que se preocupam com a liberdade” a protestar contra Trump.

    Um dia depois da declaração, o ator de 81 anos falou ao jornal inglês The Guardian sobre seu posicionamento. “Temos que parar o que está acontecendo, é uma loucura. Não podemos ter apatia e silêncio. Você tem que se manifestar e correr o risco de ser retaliado”, declarou o astro de Taxi Driver, que dizer estar “velho demais” para de preocupar com os riscos de um posicionamento. “O cara é um valentão e você não pode deixar valentões vencerem. Se um valentão vier atrás do seu dinheiro do almoço na segunda-feira, ele vai pedir mais na terça. Você tem que se levantar. E eu não gostaria de olhar para mim mesmo se não o fizesse”, atestou ele.

    Questionado sobre o silêncio de Hollywood, De Niro garantiu que boa parte da indústria compartilha de sua opinião, mas que há um temor de vocalizá-la. “Não acho que seja verdade que a indústria não me apoia. Mas eles fazem parte de um grande negócio. Eles precisam se preocupar com a ira de Trump e tomar suas decisões com base nisso. Eu sucumbo ou digo ‘não’? Algumas universidades já disseram ‘não’. Alguns escritórios de advocacia disseram ‘não’. E isso é importante porque inspira outras pessoas. Dá força às pessoas e as inspira a lutar”, defendeu ele sobre a importância de se posicionar.

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