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A declaração do diretor do Festival de Veneza contra Bolsonaro e Milei

Diretor responsabiliza os políticos pela "anulação do cinema autoral" e a escassez de longas latinos nesta edição do evento

Por Bárbara Bigas 24 jul 2025, 13h50 • Atualizado em 24 jul 2025, 14h04
  • Brasil e Argentina viraram alvo de alfinetadas por parte do diretor artístico do Festival de Veneza — um dos principais festivais cinematográficos do mundo, responsável pela entrega do Leão de Ouro. Entrevistado pela revista americana Variety, Alberto Barbera afirmou que a baixa quantidade de filmes argentinos e ausência de longas brasileiros na edição deste ano do festival pode ser atribuída aos governos de Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, e Javier Milei, atual presidente da Argentina. 

    Ao ser perguntado sobre o cinema feito fora dos Estados Unidos, Barbera afirmou: “Embora tenhamos um filme colombiano, um do Equador, um do México e dois pequenos filmes argentinos, o Brasil está totalmente ausente porque o país vem de quatro anos de ditadura de [Jair] Bolsonaro, que fez tudo o que estava ao seu alcance para anular o cinema autoral. A Argentina está nas mãos de [Javier] Milei, que está tentando fazer o mesmo com o cinema argentino”. 

    O diretor se refere aos ataques à cultura promovido pelos dois presidentes de extrema-direita. No Brasil, Bolsonaro já afirmou que estudava promover a extinção da Agência Nacional do Cinema (Ancine), além de projeto de corte de orçamento do Fundo Setorial do Audiovisual. Na Argentina, Milei atacou o cinema na chamada Lei Ómnibus, que incluía cortar fundos para o Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (Incaa) e reduzir ou eliminar a promoção da cultura no país. 

    Apesar da afirmação categórica de Barbera, alguns países latinos conseguiram levar filmes para esta edição do Festival de Veneza. Confira a lista abaixo:

    • Barrio Triste, de Stillz (Colômbia)
    • Hiedra, de Ana Cristina Barragan (Equador)
    • En El Camino, de David Pablos (México)
    • Nuestra Tierra, de Lucrecia Martel (Argentina)
    • Pin de Fartie, de Alejo Moguillansky (Argentina)
    • The Souffleur, de Gastón Solnicki (Argentina)
    • La Hija de La Española, de Mariana Rondón e Marité Ugás (Venezuela)
    • Un Cabo Suelto, de Daniel Hendler (Uruguai)
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