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A ameaça chinesa contra o ‘tarifaço’ de Trump que pode devastar Hollywood

Conflito econômico entre potências pode limitar o alcance de filmes americanos, cuja arrecadação depende fortemente do público da China

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 abr 2025, 15h46 • Atualizado em 8 abr 2025, 17h01
  • A indústria de entretenimento americana ainda não foi muito afetada pelo “tarifaço” de Donald Trump, medida que planeja priorizar a indústria local com taxas sobre produtos importados no país. Tudo isso, contudo, pode mudar com uma retaliação chinesa catastrófica: segundo apuração de dois jornalistas chineses — ambos proeminentes e com base de seguidores considerável —, autoridades de Pequim ameaçam colocar em prática múltiplos ataques à economia americana, incluindo “a redução ou banimento integral da importação de filmes dos Estados Unidos”.

    Atualmente, o mercado chinês é uma das searas internacionais mais importantes para o sustento de Hollywood. Lá, alguns filmes que tiveram desempenho decepcionante entre espectadores americanos acabam sendo resgatados. A lista de longas que arrecadaram mais dinheiro na China do que nos Estados Unidos inclui vários arrasa-quarteirões com ênfase em ficção científica, como Círculo de FogoTransformers 4 – A Era da ExtinçãoO Exterminador do Futuro: Gênesis Megatubarão. O país também é parcela considerável de arrecadações históricas, tendo levantado 22,5% da bilheteria de Vingadores: Ultimato, 31,7% da de Velozes e Furiosos 8 e mais de 10% do fim de semana de estreia de Um Filme Minecraft.

    Os repórteres responsáveis pelo furo são Liu Hong, editor sênior da agência estatal Xinhua News, e Ren Yi, neto de Ren Zhongyi, ex-chefe do Partido Comunista na província de Guangdong. O primeiro veículo ocidental a repercutir a notícia foi o portal Bloomberg. A possível medida vem à tona dias após o conflito econômico provocado pelo “tarifaço”. Trump promete estabelecer uma tarifa de 54% sobre todos os bens chineses, ao que Pequim reagiu com o plano de estabelecer o mesmo valor sobre as importações americanas. Ao saber disso, o presidente estadunidense afirmou que dobraria o valor imposto sobre as importações chinesas para 104% caso os rivais não se curvassem.

    Para além da medida sobre a indústria cinematográfica, a lista de retaliações chinesas cita tarifas exponenciais sobre importações e serviços agrícolas americanos, entre outros setores.

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