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É Tudo História

Por Amanda Capuano Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
O que é fato e ficção em filmes e séries baseados em casos reais

Traição e troca de farpas: a briga entre Florinda e os herdeiros de Chaves

Atriz alfinetou série biográfica da HBO Max 'Chespirito' na qual ela é retratada com outro nome para evitar imbróglios na Justiça

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 jun 2025, 11h31 • Atualizado em 11 jun 2025, 11h32
  • A série Chespirito lança seu segundo episódio nesta quinta-feira, 12 de junho, no qual detalha a viagem do elenco de Chaves a Acapulco para a gravação do famoso episódio especial situado em um resort. Por trás das cenas, se intensifica o caso extraconjugal entre Roberto Gómez Bolaños (Pablo Cruz) — o criador e intérprete do menino que faz tudo sem querer querendo — e Florinda Meza, a Dona Florinda, por quem ele deixou a esposa e permaneceu junto de 1977 até a morte em 2014. Na ficção, contudo, a atriz tem outro nome: Margarita Ruiz (Bárbara López), mudança que denuncia os atritos entre a viúva do comediante e seus herdeiros, dois dos quais roteirizam a série biográfica — Roberto e Paulina Gómez Fernandez.

    Por que Florinda tem outro nome em Chespirito?

    Em 2020, todos os episódios de Chaves saíram do ar após o fim do contrato com a Televisa pelos direitos literários da obra. Daí em diante, começou uma disputa judicial entre o canal e o Grupo Chespirito, administrado por Roberto Gómez Fernandez. Então, em 2022, Florinda publicou no X, antigo Twitter, que lamentava a falta de disponibilidade de episódios e que estava gastando dinheiro em uma batalha legal para que o programa voltasse ao ar. Questionado sobre o envolvimento da madrasta, o herdeiro o negou por completo e disse ignorar suas declarações, além de reforçar ter pouca proximidade a ela. Em 2024, a batalha se encerrou e Chaves voltou ao ar, mas a relação familiar não melhorou.

    Isso porque em 2023, Florinda deu indícios de que processaria a ex-assessora de Bolaños, Maca Rotter, por repassar informações confidenciais e íntimas de sua vida aos produtores de Chespirito. Em maio de 2024, ela publicou carta aberta negando as intenções de confrontar os responsáveis pela série na Justiça e a rixa com os enteados: “Quero esclarecer que, até hoje, não processei ninguém, não é meu desejo e espero não me ver na necessidade de fazê-lo, por nenhum motivo. Nunca busquei conflito com os filhos do amor da minha vida”. Ainda assim, foi passivo agressiva ao fazer referência ao seriado do Max: “Espero que qualquer produção que fale sobre ele se atenha à verdade e reflita o que Roberto pensava e sentia. Qualquer visão diferente disso não será sua biografia, será outra história, a imaginação de outra pessoa, cheia de fantasias para vender. Mas o personagem que leva o nome de Roberto não será realmente ele”, escreveu.

    O roteiro dos herdeiros Roberto e Paulina representa a personagem correspondente a Florinda como uma amante pouco desenvolvida, enquanto Graciela Fernandez, primeira esposa de Bolaños, é vista como verdadeira musa do ator e a força que o permitiu criar e estrelar programas que exigiam a maior parte de seu tempo apesar dos seis filhos que tinha para criar. Em uma coletiva de imprensa ocorrida em 2 de junho, da qual reportagem de VEJA participou, Roberto Gómez Fernandez se recusou a comentar sobre as negociações de direitos autorais com a madrasta que levaram ao uso do pseudônimo.

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