A avaliação do governo sobre a Declaração de Belém
Documento assinado ontem veio sem compromisso com desmatamento zero até 2030 ou crítica a combustíveis fósseis
A declaração de Belém, assinada ontem pelos países que participaram da Cúpula da Amazônia, veio sem alguns compromissos colocados na mesa, como a ideia de alcançar desmatamento zero até 2030 ou o corte de investimentos em combustíveis fósseis. Ainda assim, é consenso dentro do governo brasileiro que o evento cumpriu de longe seus objetivos.
Fala-se em “conquista” e em “abrir oportunidades”. Há a avaliação de que o compromisso firmado por países da região de uma cooperação conjunta não pode ser desprezado. O documento, dizem integrantes do Ministério do Meio Ambiente, vem como um compromisso pela busca de consenso na região. Hoje, ainda há divergências. Mas existe uma disposição de caminhar na mesma direção.
A ‘ficha caiu’ para Trump sobre o petróleo da Venezuela
Maduro buscou rota de fuga no Leste Europeu; Rússia e China recalculam apoio após ação dos EUA
Ataque dos EUA à Groenlândia significaria o fim da Otan, diz premiê da Dinamarca
Vídeo: homem é morto a facadas dentro de academia em Londrina
Venezuela ordena prisão de ‘todos’ os americanos envolvidos em captura de Maduro







