Uma história e muitas lições
O artigo do argelino Lakhdar Boumediene, publicado pelo Estadão e reproduzido pela seção Feira Livre, contém lições bastante caras aos que lutam para que o mundo se distancie da era das cavernas. O relato de Boumediene reafirma, por exemplo, que agressões ao Estado de Direito cometidas por um governo democraticamente eleito reduzem perigosamente o abismo […]
O artigo do argelino Lakhdar Boumediene, publicado pelo Estadão e reproduzido pela seção Feira Livre, contém lições bastante caras aos que lutam para que o mundo se distancie da era das cavernas. O relato de Boumediene reafirma, por exemplo, que agressões ao Estado de Direito cometidas por um governo democraticamente eleito reduzem perigosamente o abismo que deveria separá-lo dos regimes ditatoriais. Também ensina que um Poder Judiciário independente e corajoso consegue neutralizar avanços liberticidas ensaiados pelos mais arrogantes presidentes.
A história do prisioneiro de Guantánamo demonstra, sobretudo, que erros cometidos por inquilinos da Casa Branca são corrigidos por instituições permanentes, cuja solidez garante a excelente saúde exibida há mais de 200 anos pela democracia americana. Caso o STF seguisse o exemplo da Corte Suprema dos Estados Unidos, os brasileiros decentes se sentiriam bem menos intranquilos.
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