Oliver: Ponto de bala
VLADY OLIVER Vamos combinar, meus caros. O Brasil não precisava chegar a esse ponto. Se chegou, foi com a cumplicidade, o relativismo, a covardia, o ostracismo e o lambebotismo de toda uma canalhada, não é mesmo? O que vi no dia 6 em meu condomínio é tão gritante que eu daria um conselho a essa […]
VLADY OLIVER
Vamos combinar, meus caros. O Brasil não precisava chegar a esse ponto. Se chegou, foi com a cumplicidade, o relativismo, a covardia, o ostracismo e o lambebotismo de toda uma canalhada, não é mesmo? O que vi no dia 6 em meu condomínio é tão gritante que eu daria um conselho a essa vigarista vestida de bujão vermelho: saia com as mãos para cima enquanto é tempo, chefona da quadrilha. Você e aquele outro vigarista estão na linha de tiro. Perdeu, bandidona; a casa caiu. A coisa murchou. A mentira não se sustentou.
Confesso que lembro de cada pernada que fui obrigado a dar nos “coleguinhas” do partido dos vigaristas, ainda antes das eleições, quando vieram debaixo da minha janela digital cacarejar seus mantras e suas dissimulações rampeiras sobre as qualidades maternas da mãe de todos os vigaristas. Fala agora, maluco!!! Cacareja aí um mantra qualquer para ver se o produto interno bruto sobe alguma coisa. É inacreditável que uma pessoa se apegue a um cargo como uma craca, um câncer, um carcinoma rombudo e calhorda, sem um pingo de decência, que dirá de civismo.
É inacreditável ver no que transformaram o país, ávidos por enfiar goela abaixo do brasileiro a inimputabilidade de suas crenças pusilânimes. Estou farto até a tampa desses esquerdistas marretas. Se vale o conselho, melhor mesmo que se separem, irmãozinhos siameses na criminalidade ideológica. Ou serão todos tragados pelo pau nasce torto e que bate em Chicos e Franciscos indistintamente. Eu sequer esperaria o dia 16 para pedir o boné e ir cuidar do netinho superfaturado. O sonho acabou e até o almirante corre o risco de mofar na cadeia.
Onde andam os calhordas que defendiam o Dirceuzinho? Que pagavam a vaquinha para libertar o bracinho em pé e lustrar o proselitismo? Todos comprados com o nosso dinheiro, meus caros. A estampa barata com o precinho na testa hoje ilustra os chifrinhos chinfrins de gente como aquele atorzinho que faz o papel de si mesmo em novelas vilãs, o bumbunzinho de fora daquele outro calhorda que deu certo na vida pela porta dos fundos e gente cujo preço baixo está estampado na cara. Essa gente não tem vergonha na lata nem para se desculpar com aqueles que tentaram enganar com esta ladainha marreta. São a escória.
O país está farto de ser dominado pela escória, meus caros. Está farto dessa empulhação. Está farto dessa vigarice enfeitada que nos oferecem impunemente. O dia 6 foi uma prévia para o dia 16. Minhas panelas estão tinindo. Corram que a polícia vem aí. O microfone ainda está aberto? Filhos da ….






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