Dizer o quê?
Dizer o quê? Prefiro apenas reler os nomes das crianças massacradas e, como fazia Paulo Francis, despedir-me de cada uma com um beijo e uma lágrima. Em 8 de abril de 2011, depois do assassinato de 12 meninos do Rio na escola em Realengo, resumi minha perplexidade nesse post de duas linhas. Nesta sexta-feira, o […]
Dizer o quê? Prefiro apenas reler os nomes das crianças massacradas e, como fazia Paulo Francis, despedir-me de cada uma com um beijo e uma lágrima.
Em 8 de abril de 2011, depois do assassinato de 12 meninos do Rio na escola em Realengo, resumi minha perplexidade nesse post de duas linhas. Nesta sexta-feira, o horror implausível foi reprisado em Newtown, uma pequena cidade americana. Além de seis adultos, foram executadas 20 crianças.
Não há nada a acrescentar às 26 palavras sobre a tragédia de Realengo. Não tenho nada de novo a dizer.







