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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘O fator C’, por Nelson Motta

Publicado no Globo desta sexta-feira NELSON MOTTA E se a maioria do PMDB, movida não por ideologia ou algum propósito mais nobre, mas para sobreviver à voracidade predatória do PT e por oportunismo eleitoral, num eventual desgaste nas intenções de voto em Dilma e algum crescimento das candidaturas de oposição, decidir mudar de lado? Afinal, […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 04h15 - Publicado em 15 mar 2014, 18h10

Publicado no Globo desta sexta-feira

NELSON MOTTA

E se a maioria do PMDB, movida não por ideologia ou algum propósito mais nobre, mas para sobreviver à voracidade predatória do PT e por oportunismo eleitoral, num eventual desgaste nas intenções de voto em Dilma e algum crescimento das candidaturas de oposição, decidir mudar de lado? Afinal, não é a perspectiva de poder que move os políticos?

Quem diria que o polêmico deputado Eduardo Cunha, odiado pelo governo e tantas vezes acusado de patifarias e fisiologismo, seria a esperança da oposição em uma eventual divisão do PMDB que poderia mudar os rumos da eleição e do Brasil? A coisa está tão complicada que já não bastam ministérios para saciar o partido e há uma sensação de que agora seria tarde demais: o projeto petista de uma hegemonia absoluta no Congresso se tornou a maior ameaça à sobrevivência do PMDB. Ao tentar demonizar e isolar Cunha, Dilma acabou lhe dando mais poder e apoio da bancada.

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