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Há vida nos anéis de Saturno?

Reportagem explica significado da nova descoberta da sonda Cassini: podem existir seres vivos ao redor de formações subaquáticas de uma das luas do planeta

Por Jennifer Ann Thomas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 abr 2017, 08h00 • Atualizado em 10 dez 2018, 10h13
  • Na semana passada, a ciência deu um pequeno mas importantíssimo passo na busca por outras formas de vida no espaço. Depois de quase duas décadas na órbita do planeta gasoso Saturno, a sonda Cassini, da Nasa, coletou dados que indicam grandes possibilidades de existência de organismos vivos — mesmo que singelas bactérias — na lua Enceladus, uma das mais de sessenta do astro cercado de anéis de gelo e vapor de água. No estudo divulgado na quinta-feira (13) pela revista científica americana Science, pesquisadores vinculados à missão relataram a presença de gás hidrogênio no vapor constituído pelo oceano de superfície congelada que cobre o satélite. Bem, e daí? Há um detalhe extraordinário: as características do hidrogênio de Enceladus se assemelham às do mesmo gás liberado por sistemas de decomposição orgânica aqui na Terra. Isso é um forte indicativo de presença de vida. Entre os cientistas, a descoberta alimenta a sensação de que falta pouco, muito pouco, para confirmar a existência de seres vivos fora de nosso planeta. Enceladus é um dos mundos candidatos a abrigá-los. Apenas um.

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