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Estação espacial chinesa entra na atmosfera e cai no Pacífico Sul

Segundo Escritório de Voos Espaciais Tripulados, a maior parte da Tiangong-1 se desintegrou durante a reentrada na Terra devido ao calor gerado por atrito

Por EFE
Atualizado em 1 abr 2018, 23h33 - Publicado em 1 abr 2018, 23h24

A estação espacial chinesa Tiangong-1 entrou na atmosfera terrestre e caiu na região central do Pacífico Sul por volta das 21h15 deste domingo, de acordo com o anúncio do Escritório de Voos Espaciais Tripulados (CMSEO, na sigla em inglês).

O órgão acrescentou que a maior parte da nave se desintegrou durante sua reentrada na Terra devido ao elevado calor gerado pela atrito com a atmosfera durante sua queda.

Os cálculos sobre a zona e o tempo da reentrada variaram muito nas últimas horas, pois a estação espacial estava fora de controle e todas as estimativas eram aproximadas.

A probabilidade de uma pessoa ser atingida por um objeto espacial de mais de 200 gramas era de uma em 700 milhões, segundo o Departamento de Engenharia Espacial Tripulada da China.

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O satélite

Taingong-1 foi alvo de diversas missões, com e sem tripulação, desde que foi lançado, em 2011. O módulo deveria ter sido derrubado de forma segura em 2013, mas continuou em operação até março de 2016. Foi quando a China admitiu ter perdido o controle da nave, acrescentando que não conseguiria controlar a sua reentrada na atmosfera. Atualmente, nenhum tripulante estava a bordo da estação espacial.

O satélite, no entanto, não é o maior objeto espacial fabricado pelo homem que já caiu na Terra. Esse título ainda é ocupado pela Estação Espacial MIR, da agência espacial russa, que tinha massa de 120.000 quilos e caiu no Pacífico Sul, em março de 2001. Em comparação, a Tiangong-1 tem apenas 8.500 quilos.

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A China lançou em setembro de 2016 sua nova estação espacial, o Tiangong-2, que fez, entre outubro e novembro, sua primeira missão tripulada com dois astronautas.

Tiangong-2 deve começar no próximo ano a construção de uma estação espacial composta por vários módulos, cuja conclusão está prevista para 2022.

 

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