“Mostrei que nada é impossível.”
SABASTIAN SAWE, atleta do Quênia, o primeiro na história a completar a maratona em menos de duas horas. Ele cravou 1h59m30s em Londres — a marca anterior era de seu compatriota Kelvin Kiptum, morto em um acidente de carro há dois anos. No chão londrino, outro corredor fez a travessia em menos de duas horas, o etíope Yomif Kejelcha, que ficou em segundo lugar, com 1h59m41s
“O Brasil não é favorito, está um degrau abaixo, e isso é uma pena.”
RUUD GULLIT, ex-jogador holandês, parceiro do atual treinador brasileiro, Carlo Ancelotti, no tempo em que jogavam pelo Milan, hoje reconhecido comentarista
“Não estava no meu horizonte ser imortal.”
MILTON HATOUM, escritor amazonense, ao ser empossado em uma das cadeiras da Academia Brasileira de Letras
“Vi a escuridão do mundo, a estupidez, a maldade.”
BRIGITTE MACRON, primeira-dama da França, a respeito de seus anos no Palácio do Eliseu
“Fui traída, convivi com narcisista, vivi abuso emocional, psicológico, como toda mulher, como muitas mulheres.”
PAULA FERNANDES, cantora
“Seria um escândalo se não continuássemos a trabalhar para superar nossas diferenças, por mais intransponíveis que possam parecer.”
PAPA LEÃO XIV, ao receber no Vaticano a arcebispa de Cantuária, Sarah Mullally, primeira mulher a liderar a Igreja Anglicana da Inglaterra
“Pensei: ‘Será que consigo trazer essa personagem de volta? Essa figura autoritária, reservada, difícil, de língua afiada?’ ”
MERYL STREEP, com medo de voltar ao papel de Miranda Priestly, em O Diabo Veste Prada 2
“Ser bonito é fácil, quero ser relevante.”
LUCAS PRADO, o Hassami, influenciador digital, ex-segurança do Metrô de São Paulo, o queridinho da hora nas redes sociais, de beleza aplaudidíssima
“Se tivesse que ter um curso para homens, a primeira matéria mais importante seria sobre Ney Matogrosso. Viva! Ney Matogrosso, a sua obra é sensacional, a sua hombridade.”
ENRIQUE DIAZ, ator, ao ironizar a bobagem inventada pelo também ator Juliano Cazarré, um curso destinado ao mundo masculino
“Precisei me reinventar completamente. Como mãe, provedora, artista, mulher. Não é um grito de vingança nem uma declaração de vitimização.”
SHAKIRA, dias antes de desembarcar no Rio de Janeiro com a turnê Las Mujeres Ya No Lloran. Ela se apresentará no dia 2 de maio em Copacabana
Publicado em VEJA de 1º de maio de 2026, edição nº 2993





