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Universidade da Bahia cria cota para transgêneros, travestis e ciganos

Pessoas com deficiência, autistas e quilombolas também devem ser beneficiados

A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) vai adotar cotas para estudantes transgêneros, travestis, transexuais, quilombolas e portadores de deficiência. A medida valerá a partir de 2019 nos processos seletivos para os cursos de graduação e pós-graduação.

A instituição, que já adota cota de 40% para negros, explica que a nova política não vai alterar a concorrência para não cotistas. Isso porque serão abertas novas vagas (até o limite de 5% do total de cada curso) para o novo público beneficiado. Política semelhante já é adotada em relação aos indígenas, que também têm 5% de vagas extras.

As novas cotas também vão contemplar pessoas com transtorno do espectro autista e altas habilidades. Ainda conforme a instituição, para concorrer às vagas extras, os candidatos devem ter estudado em escola pública e renda familiar mensal de até quatro salários mínimos.

Comentários

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  1. Peter Mariano Gomes

    O seu filho hétero independente da nota pode perder o lugar para o gay que agora tem cota.

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  2. Peter Mariano Gomes

    Meritocracia, esforço, desempenho que se danem, se for gay tem cota.

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  3. Peter Mariano Gomes

    Seja um drag quenn e garanta o seu lugar na Universidade Federal da Bahia.

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  4. Peter Mariano Gomes

    Bahia é uma terra recheada de preconceitos, vejam os privilégios…

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  5. Peter Mariano Gomes

    Como o cara comprova que é gay? Faz um teste???

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  6. Maranhao Piaui

    Quanta injustiça meu Deus!

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  7. Geraldo Bohessef Bou Assaf

    Se fosse uma universidade privada, tudo bem, como é pública, mantida com o dinheiro de nossos impostos, está na hora de acabar com essas universidades, afinal os que pagam impostos daqui a pouco não poderão mais estudar em universidades públicas de tanta cota que estão criando, que cada um então pague seus estudos.

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