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Um best-seller em livros de autoajuda quer ser candidato a presidente do Brasil

Autor de obras como 'O Vendedor de Sonhos' lança pré-candidatura nesta quarta, 4, em São Paulo; ele ainda não escolheu por qual partido deverá concorrer

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 mar 2026, 15h23 • Atualizado em 3 mar 2026, 15h29
  • Com mais de 45 milhões de livros vendidos em 90 países, o escritor e psiquiatra Augusto Cury anuncia nesta quarta-feira, 4, em São Paulo, a sua pré-candidatura à Presidência da República na eleição de outubro deste ano

    O best-seller, autor de obras como O Vendedor de Sonhos, afirma que a empreitada eleitoral terá como base a pacificação e a mudança da forma de fazer política, por meio do que listou como “boas ações”.

    Entre elas, estão o seu autodeclarado “conhecimento profundo” da mente humana e o reconhecimento de que o Brasil merece “trilhar com sabedoria e conciliação” a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.

    No documento no qual divulga o lançamento de sua pré-candidatura, Cury, que por enquanto não é filiado a nenhum partido político, afirma não ver “nenhum prazer no poder”, o qual, segundo ele, reduz a empatia do gestor quando mal administrado — gestor esse, afirma ele, que “transforma adversários em inimigos” e o povo, “transformado em cobaia da administração pública”.

    “Vivemos em um tempo que famílias inteiras estão divididas, amizades rompidas e o discurso de ódio permeia o tecido da sociedade brasileira, um péssimo passo para arruinar ainda mais a sociedade”, diz o autor.

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    “Se realmente me apresento como pré-candidato, é na certeza de entregar toda a minha experiência, valores, princípios e propósitos na tentativa de pacificar o nosso país, que é de dimensões continentais e necessita, portanto, de uma gestão estratégica para vencer as dificuldades que hoje atravessa”, prossegue.

    Projeto Brasil

    Augusto Cury também se propõe a apresentar o que batizou de “Projeto Brasil 2027 a 2050”, cartilha que trará diretrizes para o país se transformar, “em quatro anos”, na maior nação em termos de capacidade produtiva no agro, na indústria, e em serviços, associando ferramentas de Inteligência Artificial.

    Como pontos negativos a serem melhorados no Brasil, o autor cita a carga tributária excessiva, a falta de segurança, a desqualificação educacional e a falta de visão com a IA que, segundo ele, irá “em pouco tempo dizimar várias frentes de trabalho”, deixando “milhões de brasileiros na rua sem perspectiva de continuar sonhando com um país produtivo e viável”.

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