‘Temos respeito pela memória de Marielle’, diz advogado de acusado de mandar matar vereadora
Cléber Lopes, que defende Chiquinho Brazão, denunciado como um dos mandantes do crime, disse se solidarizar com o sofrimento da família da parlamentar
O advogado Cléber Lopes de Oliveira, que representa o ex-deputado Chiquinho Brazão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, disse nesta terça-feira, 24, no julgamento do crime no Supremo Tribunal Federal (STF), que se solidariza com o sofrimento da família da parlamentar, morta em 2018.
“Nós temos respeito pelo sofrimento da família. Temos respeito pela memória de Marielle Franco. Não estamos aqui para revitimizar Marielle”, iniciou o advogado na tribuna da Primeira Turma do STF.
“Lamentamos obviamente a trágica morte de Marielle Franco”, acrescentou o criminalista. Familiares e amigos da vereadora acompanham o julgamento presencialmente no STF.
O advogado Márcio Palma, que defende o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Domingos Brazão, também denunciado como mandante do atentado, seguiu o mesmo caminho e prestou solidariedade à família da vereadora. “É uma pessoa que eu respeito”, disse.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação do ex-deputado, do irmão dele, Domingos Brazão, e dos outros três réus no processo. As defesas apresentam agora os argumentos finais na ação. A votação está prevista para ocorrer nesta quarta.





