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PT vai pedir a cassação de deputado que disse desejar a morte de Lula

Gilvan da Federal (PL-ES) afirmou durante reunião da Câmara que quer "mais que Lula morra e vá para o quinto dos infernos"

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 abr 2025, 11h00 • Atualizado em 9 abr 2025, 11h06
  • Membros do Partido dos Trabalhadores reagiram à declaração do deputado Gilvan da Federal (PL-ES), de que ele quer que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva morra, e deve pedir a cassação o mandato do parlamentar. A fala do opositor foi feita na noite da terça-feira, 8, durante a sessão da Comissão de Segurança Pública que aprovou, por 15 votos a 8, o desarmamento da segurança do presidente.

    O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou nas redes sociais  que vai representar contra o deputado do PL no Conselho de Ética da Casa. “Eles querem matar o Lula”, escreveu Farias. Além disso, ele também afirmou que vai pedir medidas cautelares e solicitar uma investigação criminal contra Gilvan da Federal.

    Farias ainda disse que pretende usar a fala do opositor como um exemplo: “Esse caso tem que ser exemplar. Bolsonaro perdeu a eleição e articulou um plano para matar Lula e, agora, que fazem? O deputado, do mesmo partido do Bolsonaro, relata um projeto que foi aprovado (…) para retirar as armas dos agentes de segurança do Lula, ao mesmo tempo, em que defende abertamente sua morte. Querem finalizar o plano Punhal Verde Amarelo”, disse, fazendo referência à trama envolvendo gente próxima ao ex-presidente Jair Bolsonaro para matar, no final de 2022, Lula, o vice Geraldo Alckmin e o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes.


    A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também comentou a fala de Gilvan da Federal, classificando-a como “muito grave, criminosa e inaceitável”. “É a face mais cruel da política do ódio”, escreveu no X. Ela também associou a declaração do deputado ao plano para matar Lula, Alckmin e Moraes. “Essa turma fala em anistia, mas segue ameaçando e instigando a violência. O país inteiro sabe: o bolsonarismo não tem respeito pela democracia (…) A morte é o caminho da disputa política que fazem”, criticou.

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    Mais cedo, a AGU (Advocacia-Geral da União) solicitou que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem a fala do deputado do PL na Comissão de Segurança Pública.

     

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