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Presidente da CPMI do INSS diz que já pediu ao Coaf dados financeiros de Lulinha

Informações devem ser encaminhadas por órgão aos congressistas

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 fev 2026, 17h47 • Atualizado em 27 fev 2026, 18h13
  • O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta sexta-feira, 27, que o colegiado solicitou ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) dados da quebra de sigilo de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “A presidência da CPMI do INSS informa que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) já foi oficialmente comunicado acerca da quebra de sigilo aprovada pelo colegiado, incluindo a solicitação de Relatório de Inteligência Financeira (RIF) referente a Fábio Luís Lula da Silva. O Ofício nº 1978/2026 – CPMI-INSS foi expedido no próprio dia da deliberação, com fundamento no art. 58, §3º da Constituição Federal e no Regimento Interno do Senado, estabelecendo prazo de 5 dias úteis para envio das informações”, disse Viana.

    O parlamentar afirmou ainda que  “todos os requerimentos aprovados foram formalizados e encaminhados ainda ontem (quinta-feira,26), sem qualquer atraso ou postergação. A CPMI cumpre rigorosamente suas decisões e seguirá executando cada medida aprovada pelo colegiado, com transparência, responsabilidade e estrita observância legal”. 

    A aprovação da quebra de sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Lula causou discussão e troca de empurros na sessão da comissão no final da manhã de quinta-feira. A base aliada aponta que ocorreu uma manobra do comando da CPMI para aprovar os requerimentos — o que inclui os pedidos contra Lulinha.

    Em entrevista coletiva após a confusão, Viana classificou o episódio como “movimentação de contrariedade” e afirmou que ninguém foi ferido. “Ninguém saiu machucado. A oposição tem o direito de se manifestar bem, o governo também. Eu entendo que ali, a decisão é monocrática. Mas o que vale é o voto. No voto, o governo perdeu. Não houve manobra, não houve nada. Eu segui o jogo e o regimento desde o início. Trinta e um presentes na votação. Simplesmente sete foram contra, perdeu, não tem jeito gente. Quem ganhou foi o povo brasileiro”, declarou.

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