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Polícia Civil impede ataque terrorista de ‘consequências incalculáveis’ em frente à Alerj

Operação Break Chain, como foi nomeada, cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão na capital, na Região Metropolitana e no interior do estado

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 fev 2026, 14h59 • Atualizado em 2 fev 2026, 17h14
  • A Polícia Civil afirmou que impediu nesta segunda-feira, 2, ataques terroristas ao Centro do Rio de Janeiro. A Operação Break Chain, como foi nomeada, cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão na capital, na Região Metropolitana e no interior do estado com base em informações da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Os suspeitos, segundo o comunicado, “programavam manifestações antidemocráticas com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, nesta segunda”.

    “A investigação teve início após a especializada tomar conhecimento da existência de grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados com o objetivo de organizar manifestações antidemocráticas, programadas para ocorrer nesta segunda, às 14h, em diversos estados do Brasil. No Rio de Janeiro, o ato seria realizado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro”, disse a Polícia Civil em nota.

    A princípio, a ação mirava quatro pessoas, cujas identidades não foram divulgadas, mas informações de inteligência identificaram outras 13 nesta manhã. Com isso, novos mandados de busca e apreensão foram deferidos pela Justiça. O grupo se autodenominava como “Geração Z” e procurava incitar e planejar “atos de violência e terrorismo, além de estimular ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos”, com o objetivo de “provocar pânico, desordem e caos social”.

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    De acordo com a Polícia Civil, os envolvidos compartilhavam conteúdos radicais e orientações sobre “confecção de artefatos incendiários improvisados”, como coquetel molotov e bombas de bolas de gude e pregos. A corporação salientou que “as práticas evidenciam a intenção do grupo de causar destruição e caracterizam risco concreto à população”. O grupo é investigado pelos crimes de incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário.

    Os participantes do Rio de Janeiro “exerciam papel ativo e relevante, com incentivo direto à prática de atos violentos e direcionamento das ações planejadas”, acrescentou o comunicado. A operação, então, “evitou um ataque terrorista de consequências incalculáveis no Centro da cidade”. A Polícia Civil informou, ainda, que outras investigações sobre o caso estão em andamento.

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