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PM é preso em batalhão no Rio por acusações de estupro, roubo e extorsão; entenda caso

Investigações apontaram que policial Lucas Mathias de Sousa operava um esquema de agiotagem com Davyd Novato Santana, que está foragido

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 fev 2026, 08h55 • Atualizado em 6 fev 2026, 09h20
  • O policial militar Lucas de Sousa Mathias foi preso nesta quinta-feira, 5, dentro do 22º BPM (Maré), onde trabalhava, por acusações de estupro, roubo e extorsão em Maricá, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A investigação da 82ª DP (Maricá) apontou que Mathias — que supostamente operava um esquema de agiotagem com Davyd Novato Santana, foragido — foi até a casa da vítima para cobrar uma dívida de R$ 800. Com os juros acumulados, o valor disparou para R$ 7 mil em janeiro, cerca de três meses após o empréstimo.

    Segundo as investigações, a dupla obrigou o pai da vítima, que estava na residência, a carregar duas televisões para um carro em 4 de janeiro. A mulher também deu dinheiro aos criminosos. Mais tarde no mesmo dia, eles obrigaram a vítima a entrar no veículo e a levaram para um bar, onde foi forçada a ingerir bebidas alcoólicas, mesmo tomando medicações controladas. Ela foi novamente colocada no carro, que parou em um lugar isolado. Lá, a mulher diz ter sido violentada e abandonada por Mathias.

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    A vítima conseguiu voltar para casa e foi levada ao médico pelo seu pai. Ela também fez uma denúncia contra o policial, que foi identificado pelos investigadores por ter usado o celular da esposa para ameaçar a mulher. Ele não foi encontrado nos endereços obtidos pela polícia, o que levou Mathias a ser preso no batalhão em que trabalhava, sendo levado para a Unidade Prisional da Polícia Militar do RJ. Em nota, a corporação também informou que será instaurado um procedimento administrativo disciplinar.

    “O Comando da Corporação reitera que não compactua com quaisquer desvios de conduta ou com o cometimento de crimes praticados por seus integrantes, punindo com rigor os envolvidos sempre que os fatos forem devidamente constatados”, afirma a declaração.

    Na casa de Santana, a polícia apreendeu dinheiro, armas municiadas, toucas ninja, facas e carregadores de armas, além das televisões da vítima e um tucano, que estava em uma gaiola de passarinho. Além das outras acusações, ele responderá a maus-tratos a animais. Foi encontrado, ainda, um caderno com anotações sobre outras pessoas extorquidas.

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