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Número de mortos em rompimento de barragem em MG sobe para 65

Segundo a Defesa Civil estadual, ainda há 279 pessoas desaparecidas

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 jan 2019, 20h51 | Atualizado em 29 jan 2019, 11h11
Número de mortos em rompimento de barragem em MG sobe para 65 Priorize VEJA no Google

Subiu para 65 o número de pessoas mortas em decorrência do rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho (MG) na sexta-feira passada – no início do dia, o número chegava a 60. Segundo a Defesa Civil mineira, ainda há 279 desaparecidos. Outras 386 pessoas, entre trabalhadores da companhia e moradores da região, foram localizados e resgatados.

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Nesta segunda-feira, 28, os trabalhos ficaram concentrados na área onde foi encontrado um ônibus. O resgate tem um grau de dificuldade maior, segundo a Defesa Civil, por causa da quantidade e da movimentação da lama. Os trabalhos devem ser encerrados às 22h e retomados às 4h de terça-feira.

Com a ajuda de helicópteros, é provável que o número de mortos aumente na manhã desta terça-feira, já que foi localizado, por meio dos mobiliários, o refeitório da Vale, onde havia uma concentração de funcionários no momento do rompimento.

Também nesta segunda-feira, a Vale anunciou quatro medidas para amenizar os impactos da tragédia, incluindo o repasse de 100 mil reais para cada família dos mortos. Também serão contratados profissionais do Hospital Albert Einstein para o atendimento psicológico dos atingidos pela tragédia.

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Outra medida anunciada foi a implementação de uma cortina de contenção no rio Paraopeba – bastante atingido pela lama que vazou da barragem – para garantir a captação de água no município de Pará de Minas, em Minas Gerais. A companhia também informou que vai manter o pagamento de impostos para Brumadinho.

Drones

O Corpo de Bombeiros alertou a população para que não utilize drones na região. “Hoje, aeronaves tiveram que fazer manobras de emergência para evitar acidentes. Isso coloca em risco a vida das pessoas e o funcionamento da operação”, afirmou o tenente Pedro Aihara, porta voz dos bombeiros mineiros.

Outro pedido é que as pessoas não se aventurem para tentar ajudar no resgate. Nesta segunda-feira, a operação de uma das aeronaves foi interrompida para que ela pudesse resgatar uma pessoa com lesão no rosto que estava sozinha tentando encontrar desaparecidos.

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Israel

As equipes de Israel estão no local do acidente mas ainda estão realizando estudos para adaptar os equipamentos que estão acostumados a trabalhar em condições com topografia estabelecida e superfície lisa, o que não é o caso. Por causa da lama o solo está muito irregular. Segundo o Corpo de Bombeiros os equipamentos oferecem ‘recursos positivos’.

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