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No Rio, álcool comprado em supermercado vira combustível

Na falta de etanol e gasolina, alagoanos de passagem pela cidade tiveram que improvisar para tentar chegar ao aeroporto

Por Fernando Molica
24 Maio 2018, 15h52 • Atualizado em 24 Maio 2018, 17h29
  • Posto Barra da Tijuca
    Turistas no Rio recorrem a álcool comum para abastecer o carro em meio à greve dos caminhoneiros (Fernando Molica/VEJA.com)

    Depois de empurrarem o carro até um posto na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e constatarem que lá não havia mais gasolina ou etanol, turistas alagoanos decidiram apelar para um plano B: despejaram no tanque oito garrafas de álcool etílico hidratado.

    Claudevan Neto, um dos integrantes do grupo, explicou que o carro era alugado, e eles precisavam devolvê-lo no Aeroporto Tom Jobim – lá, embarcariam para Maceió.

    O carro funcionou com o combustível improvisado, mas Adriano Pires, ex-superintendente de Abastecimento da Agência Nacional do Petróleo, diz que a uso desse tipo de álcool pode danificar o motor, já que contém uma quantidade muito grande de água.

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