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Menino do Acre volta para casa

Garoto que deixou livros escritos em linguagem criptografada estava desaparecido há cinco meses. Informação foi dada por seu pai ao portal G1

Por Da redação 11 ago 2017, 12h09 | Atualizado em 11 ago 2017, 18h22

Após cinco meses tido como desaparecido, o estudante de psicologia Bruno Borges voltou para casa em Rio Branco na manhã desta sexta-feira. A informação foi confirmada pelo pai do jovem, o empresário Athos Borges, ao portal G1. “Nesse momento não vamos comentar muito. Ele já não vai ficar mais em casa, tem muita gente vindo aqui. Ele vai ficar em outro lugar, ele voltou sozinho. Isso é tudo que podemos falar”, disse o pai ao site.

O caso ganhou repercussão nacional porque Borges saiu da casa dos pais, sem dar notícias, deixando longos textos escritos em linguagem criptografada em cadernos, no teto e no chão do seu quarto, além de uma estátua do filósofo Giordano Bruno.

Diante da repercussão, a Polícia Civil do Acre passou a investigar o sumiço. Após alguns meses de apuração, o delegado Alcino Júnior afirmou ter encontrado “fortes indícios” de que o afastamento foi voluntário para dar publicidade aos 14 livros, encontrados em cima da escrivaninha do quarto. O primeiro volume deles já foi publicado e é um sucesso de vendas.

Segundo a investigação da polícia, no mesmo dia em que o rapaz desapareceu, foi registrado em Rio Branco um contrato que tratava do faturamento de obras dele. O amigo do estudante Marcelo foi detido por ter dado falso testemunho à polícia.

O “Contrato de Sociedade no Projeto Enzo com o Lançamento de 14 Obras” foi lavrado no dia 27 de março, no Primeiro Tabelionato de Notas e firmado com Marcelo de Souza Ferreira, amigo de Borges. O documento define que haveria benefício de 15% do faturamento bruto do “Projeto Enzo” e das “14 literaturas iniciais”. Ferreira chegou a ser detido pela polícia por falso testemunho. 

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Na ocasião, a mãe do jovem, a empresária Denise Borges, rechaçou a hipótese de que o desaparecimento do filho fosse uma “jogada de marketing”. “Eu sou a única pessoa que li os quatro livros. Não se trata de uma jogada de marketing. Eu já sabia da existência dos contratos. Aqueles meninos ajudaram o Bruno”, disse a mãe.

 

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