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Médica agredida pelo namorado passa por dura recuperação e não se lembra da violência

Face da vítima teve de ser reconstituída com diversas cirurgias; agressor está preso preventivamente

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 ago 2025, 10h54 •
  • Agredida pelo namorado, que chegou a fraturar o punho, uma médica de 27 anos passa por intensa recuperação nas últimas semanas, depois de fazer diversas cirurgias para reconstrução da face. A mulher foi agredida pelo fisiculturista Pedro Camilo Garcia na madrugada de 14 de julho, na cidade de São Paulo, em um apartamento alugado pelo casal. Agora sob os cuidados da família, ela não se lembra do episódio e terá que passar por novo procedimento cirúrgico. O agressor, detido em flagrante pouco depois do crime, teve sua prisão convertida para preventiva. 

    A vítima, encontrada por policiais militares no local das agressões, em Moema, na Zona Sul da capital paulista, foi internada de imediato e permaneceu no hospital por quase duas semanas, antes de receber alta. Nesse período, teve de passar por cirurgias no nariz, nos olhas, na arcada dentária e em outros pontos da face, rotina que ainda não terminou. Em entrevista ao portal g1, uma familiar da médica contou que ela não pode falar sobre as agressões, já que não se lembra do que ocorreu e tem passado por uma recuperação “muito difícil”. 

    As investigações apontam para um crime passional. De acordo com delegada Deborah Lázaro, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Santos, cidade onde a vítima reside, o fisiculturista Pedro Camilo Garcia teria encontrado no celular da médica conversas com outro homem, o que fez com que ele iniciasse as agressões. 

    Garcia teria fugido de São Paulo para Santos após o crime, mas foi localizado pela polícia e preso em flagrante — de acordo com a Polícia Militar, sem esboçar reação. Ao converter sua prisão para preventiva, o juiz Diego De Alencar Salazar Primo, do Tribunal de Justiça de São Paulo, afirmou que seu “modus operandi denota covardia, descontrole emocional e periculosidade concreta”, e que ele teria “ocado intensamente o rosto de sua namorada”. Um exame de raio-X confirmou uma fratura em sua mão.

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