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Marina Silva quer mais atenção às fronteiras na luta ao contrabando

Candidata à presidência pela Rede sugere a criação de um conselho que articule os órgãos de inteligência com foco no crime organizado

Por Abril Branded Content - 27 set 2018, 11h45
ALEXANDRE BATTIBUGLI/Estúdio ABC

Em 2017, as empresas e o governo brasileiro perderam 146,3 bilhões de reais com sonegação de impostos de produtos pirateados e contrabandeados. São mercadorias de setores como o de vestuário, cigarros, TV por assinatura etc. Esses itens ilegais deixam de pagar uma alíquota média de impostos de 46%. Não à toa, os brasileiros querem um presidente mais duro no combate ao contrabando.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha no início deste ano mostrou que 86% dos entrevistados não votariam em um candidato a presidente sem determinação para enfrentar o problema — eles pedem mais investimentos em ações de segurança nas fronteiras e penas mais duras para o crime de contrabando.

A urgência de ações que combatam o problema faz com que o tema esteja presente também nas discussões e propostas dos candidatos ao Palácio do Planalto. A candidata Marina Silva, da Rede, é uma das que prometem atenção especial à defesa das fronteiras brasileiras.

Confira, a seguir, as propostas de Marina Silva no combate ao contrabando:

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