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Maioria dos eleitores rejeita Lula e Flávio, mas pode ser obrigada a escolher entre os dois

Eleitores que dizem conhecer e não votar em Lula somam 54%, segundo a pesquisa Genial Quaest; os que conhecem e não votam em Flávio são 55%

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 jan 2026, 12h10 • Atualizado em 14 jan 2026, 14h52
  • A primeira rodada da pesquisa Genial Quaest, em 2026, revela um quadro de desalento para o eleitor brasileiro que está fora da polarização, quando se olha para os índices de rejeição dos principais nomes na disputa.

    Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados dizem que conhecem o presidente Lula e que não votariam nele em outubro.

    Flávio Bolsonaro, o candidato imposto por Jair Bolsonaro aos partidos de direita, vai na mesma tocada: 55% dos entrevistados dizem que conhecem o filho de Bolsonaro e que não votariam nele em outubro.

    Os que dizem conhecer e garantem que votariam no petista somam 43%, enquanto os que conhecem e votariam em Flávio são 34%. Lula é desconhecido por 3% e o filho de Bolsonaro, por 11% dos entrevistados.

    Tanto o petismo quanto o bolsonarismo apostam em suas “torcidas organizadas” — os eleitores incondicionais de esquerda e de direita — para impor ao país uma escolha entre rejeitados no segundo turno.

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    Flávio dá sinais de que fará uma campanha baseada no roteiro do pai em 2018, com proposta única: derrotar Lula e o PT — o país a gente vê depois.

    Já Lula fará uma campanha em retrospectiva, resgatando os assombrosos momentos da aventura dos Bolsonaros no Planalto, enquanto se oferece ao eleitor como o menos pior para governar o país.

    Os especialistas em pesquisas eleitorais sempre consideraram candidatos com rejeição superior a 40% figuras de difícil eleição. No caso de Lula e Bolsonaro, essa lógica desafia qualquer teoria. A possibilidade de que ambos tenham votos suficientes para monopolizarem a disputa e irem ao segundo turno é real.

    Resta saber quanto tempo mais as forças políticas de centro e de outros setores da sociedade aguardarão para apresentar ao país um programa de governo que não esteja ligado ao petismo ou bolsonarismo.

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