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Jornalista britânica desaparecida no Brasil se hospedou no Rio e passeou pela cidade

Polícia Civil fluminense encontrou registros da estadia de Charlotte Alice Peet, de 32 anos, e imagens em que ela caminha por bairros da Zona Sul carioca

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 fev 2025, 10h22 • Atualizado em 28 fev 2025, 10h22
  • A Polícia Civil do Rio investiga o desaparecimento da jornalista britânica Charlotte Alice Peet, de 32 anos. Segundo as autoridades, ela estava em São Paulo e pegou um ônibus para a capital fluminense, onde se hospedou em um hostel na Zona Sul da cidade, entre os dias 17 e 24 de fevereiro. Nesse período, contudo, ela já havia parado de responder aos contatos e dar notícias a amigos e familiares. A principal linha de investigação neste momento é de que o sumiço é voluntário. 

    A investigação é conduzida pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) que, por meio de cruzamentos de informações, conseguiu confirmar a hospedagem de Charlotte Alice Peet no hostel. Quando a polícia chegou ao local, contudo, a jornalista já não estava mais lá. Durante esse período, contudo, câmeras de segurança acessadas pelos policiais mostram que ela caminhava e frequentava bares em ruas dos bairros de Botafogo e Leme, ambos na Zona Sul carioca, e aparentava tranquilidade. 

    Naquele momento, seu desaparecimento já havia sido reportado. Ela não retorna aos contatos dos familiares desde o dia 8 de fevereiro. Funcionários do hostel onde a jornalista ficou hospedada informaram ainda aos agentes que ela não apresentou comportamento incomum, durante sua estadia. Os investigadores acreditam que ela não tem feito contato com amigos e familiares propositalmente. Ainda assim, em nota, a Polícia Civil afirmou que “as diligências seguem para identificar o paradeiro atual”. 

    Nos últimos dias, quando o desaparecimento foi reportado ainda em São Paulo, a Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil (Acie) já havia divulgado uma nota com um apelo às autoridades para intensificar as buscas e encontrá-la “o mais rapidamente possível”. 

    Charlotte trabalhou no Brasil como correspondente freelancer há mais de dois anos. Ela voltou para Londres, mas chegou a retornar para o Brasil em novembro do ano passado. No dia 8 de fevereiro, Charlotte enviou mensagens de WhatsApp para uma amiga no Rio de Janeiro e disse que precisava de um lugar para ficar. A amiga respondeu que, infelizmente, não poderia hospedá-la porque tinha outros hóspedes na casa. Na conversa, Charlotte também disse que estava em São Paulo. 

    A jornalista trabalhou como freelancer por mais de cinco anos no Brasil e em Londres. Em sua conta do Linkedin, Charlotte informa que iniciou, em março do ano passado, a trabalhar na equipe editorial de uma plataforma de geração de dados chamada Mindrift. Ela já fez trabalhos para Al Jazeera, The Telegraph, The Evening Standard e The Independent e escreveu para um veículo de cultura e viagens português.

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