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Hugo Motta usa ‘Capitão Nascimento’ para rebater governo sobre PL Antifacção

Presidente da Câmara repercute vídeo de Rodrigo Pimentel, ex-BOPE, e questiona: 'por que alguém teria interesse em enfraquecer legislação contra criminosos?'

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 nov 2025, 11h31 •
  • Pressionado pelo governo Lula por favorecer a ala bolsonarista na elaboração do PL Antifacção, Hugo Motta (Republicanos-PB) decidiu recorrer ao “Capitão Nascimento” da vida real para se defender das críticas do Planalto. Nesta sexta-feira, 21, o presidente da Câmara repercutiu um vídeo de Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE e inspiração para o personagem de Tropa de Elite (2007), que rebate argumentos do PT contra o projeto de lei.

    Falsas narrativas sempre levantam uma pergunta: por que alguém teria interesse em enfraquecer uma legislação que endurece contra criminosos?”, questiona Motta em publicação no X (ex-Twitter). A postagem traz um vídeo com comentários de Motta em defesa do PL Antifacção e trechos de um vídeo publicado por Pimentel na quarta-feira, 19, quando o projeto foi aprovado pela Câmara.

    “Há muita tempestade em copo d’água”, diz Motta no vídeo, afirmando que as medidas de endurecimento de penas e redução de benefícios aos presos aprovadas pela Câmara “atende àquilo que a sociedade esperava”.

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    Os argumentos do ‘Capitão Nascimento’ a favor do PL Antifacção

    Nos trechos recortados por Motta, Pimentel cita diretamente declarações de Fernando Haddad contra o PL Antifacção. Para o ministro da Fazenda, o texto final elaborado pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP) “vai na direção absolutamente contrária do que se pretende, facilita a vida dos líderes do crime organizado e asfixia financeiramente a Polícia Federal”.

    O ex-capitão do BOPE contesta as críticas do petista sobre o custeio da PF, afirmando que os bens confiscados de facções criminosas representam uma fração muito pequena do Fundo Nacional de Segurança Pública e defendendo que o montante deve ser igualmente dividido entre forças federais, estaduais e municipais. “Mais ou menos 4% desse fundo, em torno de 110 milhões de reais, é dinheiro de bens apreendidos por traficantes. Não é verdade o que diz o ministro Haddad”, diz.

    “O Marco não altera a legislação sobre as apreensões que vão para o fundo próprio da Polícia Federal. Tudo que é da PF continua sendo da PF”, acrescenta Motta. Para o presidente da Câmara, é “justo” que o dinheiro confiscado do tráfico seja usado para fortalecer polícias estaduais e guardas municipais.

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