Homem é acusado de abusar sexualmente de menino de 14 anos no Wet’n Wild em SP
Suspeito de 37 anos foi detido e encaminhado à delegacia; Polícia Civil investiga caso como estupro
Um adolescente de 14 anos afirma ter sido abusado sexualmente no parque aquático Wet’n Wild, em Itupeva, interior de São Paulo, na última quinta-feira, 19.
Segundo o boletim de ocorrência, o garoto estava em um dos banheiros, usando o mictório, quando o suspeito, um homem de 37 anos, entrou, puxou-o e começou a fazer sexo oral na vítima contra a sua vontade. O menino diz que saiu assustado em busca do pai que, ao ficar sabendo do ocorrido, ficou revoltado. Outros visitantes do parque ouviram o relato e, também indignados, chamaram seguranças para ajudarem na busca do suspeito.
Com a descrição física do homem, os funcionários do parque acabaram identificando e detendo o suspeito. Ele chegou a ser levado para uma sala da administração porque havia pessoas que tentavam agredi-lo.
A Polícia Civil investiga o caso como estupro. O suspeito é um analista de RH, de 37 anos. O próprio parque afirma ter acionado a Guarda Municipal que, por sua vez, conduziu o suspeito até a delegacia.
O Wet’n Wild diz que conta com monitoramento por câmeras nas áreas comuns, mas não nos espaços de uso reservado, como é o caso dos banheiros. O empreendimento também diz estar colaborando com as autoridades.
“A direção lamenta o episódio e reforça que não tolera qualquer conduta incompatível com as normas de convivência e respeito (…). O compromisso é garantir que todos possam frequentar o local com tranquilidade, segurança e acolhimento, mantendo uma atuação vigilante e responsável para preservar o bem-estar de visitantes e colaboradores”, diz trecho da nota do parque.
Leia a íntegra da nota do parque:
Assim que tomou conhecimento do ocorrido, a administração do empreendimento agiu de forma imediata e responsável. A equipe foi acionada prontamente e realizou a intervenção necessária. As autoridades de segurança pública foram acionadas e comunicadas, envolvendo tanto a Guarda Civil Municipal, como a Polícia Civil, para a adoção das medidas cabíveis.
O empreendimento conta com sistema de monitoramento nas áreas comuns, como parte de seus protocolos permanentes de segurança. Espaços de uso reservado, como banheiros, não possuem câmeras, em conformidade com a legislação vigente e em respeito à privacidade e à intimidade dos visitantes.
A direção lamenta o episódio e reforça que não tolera qualquer conduta incompatível com as normas de convivência e respeito. O empreendimento segue colaborando com as autoridades para o pronto esclarecimento desse incidente. O compromisso é garantir que todos possam frequentar o local com tranquilidade, segurança e acolhimento, mantendo uma atuação vigilante e responsável para preservar o bem-estar de visitantes e colaboradores.





