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Grupo ligado a bicheiro no Rio teria matado dois homens por engano, aponta polícia

Quadrilha ligada ao contraventor Adilsinho teria executado dois sócios por acreditar que eles ameaçavam comércio ilegal de cigarros

Por Lucas Mathias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 dez 2025, 11h20 • Atualizado em 12 dez 2025, 12h02
  • Uma investigação da Polícia Civil do Rio indica que um grupo de matadores ligado ao contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, teria assassinado duas pessoas por engano em 2022, em meio à disputa pelo comércio ilegal de cigarros na Região Metropolitana do Rio. De acordo com o inquérito, Adilsinho acreditava que os sócios Fábio de Alamar Leite e Fabrício Alves Martins de Oliveira atuavam no transporte clandestino de cigarros e ameaçavam seu espólio. Pouco depois, no entanto, os executores reconheceram que se tratava de um equívoco.

    O episódio está descrito em conversas grampeadas pela Polícia Civil, presentes no inquérito que embasou novo mandado de prisão contra Adilsinho, que segue foragido. A informação foi publicada inicialmente pelo portal g1 e confirmada por VEJA, que teve acesso às investigações. Apontado como um dos membros da chamada nova cúpula do jogo do bicho, o contraventor tem no comércio ilegal de cigarros um de seus principais negócios e conta com um grupo de atiradores em seu bando, responsável por eliminar desafetos.

    Adilsinho é procurado pela polícia
    Adilsinho é procurado pela polícia (Disque Denúncia/Divulgação)

    Fabrício Alves Martins de Oliveira foi o primeiro a ser morto pela quadrilha. Fábio de Alamar Leite, por sua vez, foi baleado em seguida, na saída de um cemitério, onde acompanhava o enterro do sócio. A investigação foi conduzida pela Delegacia de Homicídios da Capital. O inquérito aponta que a dupla teria emprestado um caminhão que transportava gelo para um terceiro homem, que usaria o veículo para carregar cigarros ilegais.

    A responsabilidade das mortes é atribuída ao grupo de matadores liderado pelo ex-PM Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como Sem Alma. Como mostrou VEJA, a quadrilha tem sido alvo de ações da polícia e da Justiça do Rio nos últimos anos. Seu modus operandi se destaca pelo sangue frio, mas também pelos efeitos colaterais. Membros desse grupo foram acusados ainda pela morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, baleado à luz do dia no Centro do Rio em fevereiro de 2024.

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