Gilmar anula quebra de sigilo de empresa de Toffoli
Medida havia sido determinada pela CPI do Crime Organizado
O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou a nulidade da quebra de sigilo da empresa Maridt, que tem o ministro Dias Toffoli como um dos sócios.
A CPI do Crime Organizado, do Senado, havia determinado a derrubada dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa entre 2022 e 2026.
Gilmar considerou que a medida poderia “conduzir a uma verdadeira devassa na vida dos envolvidos”.
A Maridt entrou na mira do senadores após aparecer nas investigações do grupo Master. A empresa tinha uma participação no resort Tayayá, que fica em Ribeirão Claro (PR), que foi vendida a um fundo comandado por Fabiano Zettel, cunhado do dono do banco, Daniel Master.
Em nota divulgada há duas semanas, Toffoli afirmou que a companhia “é uma empresa familiar” e que ele “faz parte do grupo societário”, mas que a administração é feita por parentes.





