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Exército procura armas no Complexo da Maré

Militares usam equipamento para rastrear armamento e munição sob o solo. Policiais descobrem refinaria de drogas no Alemão e depósito na Baía de Guanabara

Por Da Redação
26 mar 2014, 13h44

A participação de militares do Exército no combate ao tráfico no Complexo da Maré começou, ainda que de forma discreta, nesta quarta-feira. Antes da ocupação do território, prevista no decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) – instrumento que autoriza as Forças Armadas a atuar como polícia – equipes do 1º Batalhão de Engenharia de Combate do Exército atuam para localizar armas escondidas por traficantes. Como há suspeitas sobre armamento e munição enterrados, os militares usam um equipamento capaz de detectar objetos metálicos sob o solo.

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Entre os alvos da ação iniciada esta manhã estão trechos das favelas Nova Holanda e Parque União. Um dos desafios da polícia e do Exército no Complexo da Maré é evitar o transporte de armas e drogas. As favelas têm saídas para a Baía de Guanabara, por onde, suspeita-se, sejam transportados fuzis e cargas de drogas, longe dos olhos da polícia.

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O litoral é, para as quadrilhas, um território propício para as operações ocultas. Nesta quarta-feira, os policiais anunciaram que traficantes de Maricá, na região metropolitana, transformaram em depósito de drogas uma ilha inabitada na Lagoa do Boqueirão. No local, descoberto terça-feira por policiais do 12º BMP (Niterói), foram apreendidos 45 quilos de maconha, dois quilos de cocaína e 1.000 cápsulas da droga em pó. De acordo com os policiais, traficantes da favela Cocadinho também refinavam cocaína em uma barraca construída na ilha.

A polícia chegou à ilha depois de receber denúncias anônimas de moradores e pescadores da região, que estranharam o intenso deslocamento de traficantes em barcos na lagoa.

Alemão – No complexo do Alemão, a Polícia Civil encontrou, esta manhã, um laboratório de refino de drogas. Policiais da 45ª DP, a recém-criada delegacia do complexo de favelas, descobriram o local na localidade da Fazendinha, onde eram armazenados 15 quilos de pasta base para produção de cocaína, três galões de solventes para o “cheirinho da loló” e produtos químicos para o refino. Um adolescente foi detido no local.

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