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Exames de Bolsonaro mostram “persistência de esofagite e gastrite”

Ex-presidente deixou agora há pouco o hospital particular em Brasília, não deu entrevistas, mas apoiadora gritou que ele "é inocente"

Por Hugo Marques Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 ago 2025, 14h58 • Atualizado em 16 ago 2025, 15h04
  • O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o hospital DF Star agora há pouco em Brasília, onde fez exames de saúde. Os exames constataram persistência de esofagite e gastrite, além de imagem residual de infecções pulmonares recentes.

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    O boletim diz que o ex-presidente foi admitido no Hospital DF Star hoje, às 9 horas, “para investigação de quadro recente de febre, tosse, persistência de episódios de refluxo gastroesofágico e soluços”. O boletim diz que Bolsonaro realizou “exames laboratoriais e de imagem sob supervisão da equipe médica”.

    Boletim médico conclui que Bolsonaro tem esofagite e gastrite

    Conclui o boletim: “Os exames evidenciaram imagem residual de duas infecções pulmonares recentes possivelmente relacionadas a episódios de broncoaspiração. A endoscopia mostrou persistência da esofagite e da gastrite, agora menos intensa, porém com a necessidade de tratamento medicamentoso contínuo. Deverá seguir com o tratamento da hipertensão arterial, do quadro de refluxo e medidas preventivas de broncoaspiração”.

    A esofagite é uma inflamação do esôfago, o tubo que conecta a garganta ao estômago. Pode ser causada por refluxo gastroesofágico, infecções, alergias e uso de medicamentos. Os sintomas mais comuns incluem dor no peito, dificuldade para engolir e azia.

    Gastrite é uma inflamação da mucosa que reveste o estômago. Pode ser causada por infecções, uso de medicamentos, consumo excessivo de álcool, má alimentação e estresse, com sintomas que incluem dor na região do estômago, indigestão, azia, vômitos e náuseas.

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    Assinam o boletim os o chefe da equipe cirúrgica, Cláudio Birolini, o médico cardiologista Leandro Echenique, o diretor-médico do Hospital DF Star, Guilherme Meyer, e o diretor-geral do DF Star, Allisson Barcelos Borges.

    Bolsonaro foi liberado do hospital às 13h58. O ex-presidente não deu entrevistas ao sair do hospital, por volta de 14 horas, mas ouviu cânticos evangélicos e demonstrou ter ficado emocionado. Somente alguns manifestantes bolsonaristas é que deram declarações, enquanto o presidente ficou ao lado, ouvindo. “Ele não pode falar, nós falamos por ele. Bolsonaro é inocente, isso é uma injustiça”, gritou uma apoiadora.

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