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Entidades alertam para efeito preocupante da proibição de cigarros eletrônicos no país

Política de proibição criou um mercado dominado por redes ilícitas num cenário de demanda elevada de consumo, diz documento

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 mar 2026, 14h01 •
  • Entidades que representam os principais gestores da segurança pública no país assinaram em Brasília, na semana passada, a chamada Carta de Brasília – Pacto pela Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado nos Setores Produtivos, documento que alerta que a proibição dos cigarros eletrônicos acabou fortalecendo o mercado ilegal e abrindo espaço para a atuação do crime organizado na venda desses produtos, hoje amplamente disponíveis no país sem controle ou rastreabilidade.

    O texto foi discutido durante a II Conferência de Segurança Pública – iLab Segurança 2026, organizada pelo Instituto Laboratório Estratégico em Segurança Pública (iLab Segurança) em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (ConseSP).

    A carta reúne entidades como os conselhos nacionais dos secretários estaduais de segurança e justiça, dos delegados-gerais das polícias civis e dos comandantes das polícias militares e dos corpos de bombeiros.

    Segundo o documento, a demanda pelos produtos permanece elevada, enquanto a política de proibição criou um mercado dominado por redes ilícitas.

    A carta defende uma agenda institucional de combate ao comércio ilegal e aponta a regulação do setor como instrumento para reduzir o financiamento de organizações criminosas.

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