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Eduardo Bolsonaro se pronuncia sobre delação vazada de Mauro Cid

Delação afirma que filho e esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro integravam ala radical na trama golpista

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 jan 2025, 19h43 • Atualizado em 26 jan 2025, 19h44
  • O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL/SP) se manifestou na tarde deste domingo, 26, sobre a primeira delação do tenente-coronel Mauro Cid, divulgada na íntegra pelo jornal Folha de S. Paulo na noite anterior. “Mauro Cid fez diversas delações, mudou sua versão várias vezes”, afirmou o deputado em sua conta na rede social X.

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    Na delação, Cid afirma que Eduardo Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro integravam uma ala mais radical no entorno de Jair Bolsonaro, defendendo um golpe de estado por acreditar haver fraude nas urnas. Desse núcleo, também se destacavam o ex-assessor internacional Filipe Martins, o ex-ministro Gilson Machado (PL), os senadores Jorge Seif (PL/SC) e Magno Malta (PL/ES), o ex-ministro Onyx Lorenzoni e o general, hoje preso, Mario Fernandes.

    O depoimento ainda cita políticos como os senadores Flávio Bolsonaro (PL/RJ) e Ciro Nogueira (PP/PI), além do ex-Advogado-Geral da União, Bruno Bianco. O trio integraria um grupo “bem conservador, de linha bem política”, que aconselhava o ex-presidente “a mandar o povo para casa, e colocar-se como um grande líder da oposição”.

    Ao todo, Cid mencionou 20 nomes supostamente envolvidos na trama golpista. Desses, apenas 8 foram indiciados pela Polícia Federal em 2024, enquanto Michelle, Eduardo e outros 12 citados ficaram fora da lista de indiciados.

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    As principais informações do depoimento já haviam sido antecipadas por VEJA, em matérias como a capa “A confissão”, publicada em agosto de 2023, e “Em áudios exclusivos, Mauro Cid ataca Alexandre de Moraes e a PF”, de setembro do ano passado.

    Procurada por VEJA, a defesa de Jair Bolsonaro afirmou que não irá se pronunciar até ter acesso a todos os documentos da delação. “A defesa lamenta a ocorrência de novos vazamentos seletivos, sem que tenha acesso a todos os termos da delação. E não irá manifestar-se enquanto não tiver acesso a todos os termos, o que não ocorreu”, disse Celso Villardi, advogado do ex-presidente.

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