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Depois do bullying, uma suástica: a nova crise em escola tradicional de SP

Colégio Santa Cruz promete 'medidas cabíveis' contra estudante que deu objeto nazista a docente negro; em janeiro, 34 alunos foram punidos por ataques virtuais

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 out 2025, 17h34 •
  • O Colégio Santa Cruz, um dos mais tradicionais de São Paulo, que fica no Alto de Pinheiros, bairro nobre da zona oeste paulistana, está investigando um caso de racismo que ocorreu dentro da instituição na semana passada. Um estudante do primeiro ano do ensino médio teria entregue uma suástica nazista a um professor negro da escola.

    Todos os estudantes envolvidos na ação foram identificados pela diretoria do colégio, que disse estar realizando reuniões com eles e suas famílias “para a definição das medidas educacionais cabíveis”.

    Em nota, a direção do colégio disse estar profundamente indignada com o que chamou de “atos de antissemitismo e racismo praticados por alguns alunos”. “Tais atos ferem os valores do colégio, que repudia qualquer forma de preconceito e desrespeito ao próximo. Nossos valores são trabalhados incansavelmente pelos educadores com os estudantes”, diz o texto.

    Além disso, a instituição também informou que outros estudantes do ensino médio organizaram manifestações de repúdio ao ocorrido e outras formas de discriminação e violência, “demonstrando compreensão coletiva sobre a importância de atuarmos, como escola e sociedade, em favor da convivência ética e do respeito nas relações humanas”.

    O caso não chegou a ser levado à polícia. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou não possuir nenhum registro de ocorrência sobre o caso.

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    Bullying

    Em janeiro deste ano, o Colégio Santa Cruz suspendeu 34 alunos por conta de bullying praticado por meio do WhatsApp. Na época, a escola divulgou que um grupo era usado por estudantes do 2° e 3° anos do Ensino Médio para desferir ataques e humilhações contra calouros.

    Na época, a instituição divulgou uma carta às famílias, alunos e professores na qual expressava “profunda indignação em relação às agressões entre alunos”, que “ferem valores estruturais do Colégio Santa Cruz, de convivência étnica e respeito ao próximo, trabalhados cotidianamente pelos educadores junto aos estudantes da escola”.

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